A 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena (CNSI) deve receber mais de 1,7 mil participantes representantes dos povos originários em todo o Brasil.
O evento que teve início nessa segunda-feira (14), no Distrito Federal, tem como propósito ajudar a atualizar a Política Nacional de Saúde Indígena (Pnaspi).
Além de redefinir as diretrizes, a nova política deve efetivar as particularidades étnicas e culturais no modelo de atenção à saúde dos povos indígenas.
Para oficializar, as decisões serão tomadas a partir do voto de 1,3 mil delegados das aldeias e comunidades indígenas brasileiras.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, relembrou as visitas que fez às comunidades indígenas. Na abertura do evento, ele citou o Posto Leonardo, no Alto Xingu, como exemplo.
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O local oferece atenção primária à saúde, além de consultas oftalmológicas, procedimentos odontológicos e assistência com apoio de telessaúde.
“Essa política pública precisa ser ampliada e, para isso, cada centavo, recurso público que chega à Secretária Especial de Saúde Indígena (Sesai) tem que chegar para as comunidades indígenas brasileiras”, disse o ministro.
Esta edição da Conferência faz parte da etapa final de um trabalho que começou com 302 conferências locais e outras 34 distritais, realizadas entre outubro e dezembro de 2018, segundo o Ministério da Saúde.

