Duas universidades públicas brasileiras integram pesquisa internacional que busca novos tratamentos e a cura da hepatite B, doença que pode evoluir para cirrose e câncer de fígado.
O CRETEA atendeu 127 crianças e confirmou autismo em 76% dos casos avaliados. Hoje, 72 pacientes recebem acompanhamento contínuo no DF, fortalecendo a rede pública de saúde e o suporte especializado à neurodivergência.