Radar Político/OpiniãoDIREITO DE RESPOSTA

Radar Político/OpiniãoPor Toni DuartePor dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Sem saber por onde disputar, Republicanos do DF “rifa” Luís Miranda

Publicado em

Ao anunciar que disputaria a reeleição por São Paulo, nesta eleições de 2018, o deputado federal Luiz Miranda deixou em aberto a vaga para uma das oito cadeiras pertencente a bancada do DF, na Câmara Federal.

Miranda que era do DEM, partido que se fundiu com o PSL, de onde surgiu o União Brasil, se filiou no início deste mês ao Republicanos, com ficha abonada pelo deputado Marcos Pereira (RJ), presidente nacional da legenda.

LEIA MAIS| Radar Político

Aliança entre Mendanha, Marconi e Bolsonaro ameaça Caiado em Goiás

A ideia de tentar a reeleição por São Paulo, segundo o próprio Luís Miranda, era de que lá teria mais chance de se reeleger para federal, já que lá tem 70 vagas, enquanto no DF apenas oito.

Além disso, segundo o mesmo deputado, é em São Paulo que mora a maioria dos seus seguidores de suas redes sociais.

Em 2018, Miranda se elegeu basicamente com tais ferramentas digitais. Fez grande parte de sua campanha morando nos Estados Unidos.

Arrancou voto até mesmo no Por do Sol sem nunca ter metido os pés por lá.

Sem ter como esperar, por uma decisão de Luís Miranda, a fila andou dentro do Republicanos do DF.

O partido já fechou a sua nominata para as proporcionais da Câmara Federal.

Entre o time dos nove pretendentes, está Paulo Fernando que, na eleição passada, arrebatou mais de 30 mil votos pelo Patriotas.

Com as portas fechadas, no Republicanos do DF, o já arrependido Luís Miranda, que pensou em mudar o seu domicílio eleitoral para São Paulo, já está a procura de outro galho: o MDB.

No entanto, não se sabe como os que lá estão, irão recepcioná-lo.

*Toni Duarte é Jornalista e editor do Radar-DF, com experiência em análises de tendências e comportamento social e reconhecido nos meios jornalísticos e políticos da capital federal. Quer saber mais sobre política do DF? Clique aqui

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Siga o perfil do Radar DF no Instagram
Receba notícias do Radar DF no seu  WhatsApp e fique por dentro de tudo! Entrar no grupo

Siga ainda o #RadarDF no Twitter

Receba as notícias de seu interese no WhatsApp.

spot_img

Leia também

Universidades brasileiras buscam novos tratamentos e cura para hepatite B

Duas universidades públicas brasileiras integram pesquisa internacional que busca novos tratamentos e a cura da hepatite B, doença que pode evoluir para cirrose e câncer de fígado.

Mais Radar

Segundo a Quaest, eleitor independente vira peça-chave na eleição para o Buriti

Na eleição para o Buriti, o maior grupo político é o independente: 36% dos eleitores. O dado desafia a polarização e mostra que direita e esquerda precisarão conquistar quem prefere decidir sem rótulos.

Mulherada do DF fecha com Celina Leão, aponta pesquisa Quaest

A mulherada do DF está com Celina Leão. Pesquisa Quaest mostra 55% de aprovação entre as mulheres, índice que reforça a conexão da governadora com o público feminino e sua trajetória de políticas sociais.

Na Globo, Lula se constrange; Flávio se defende e dispara o contra-ataque

Nas sabatinas da Globo, Lula se constrangeu ao vivo ao defender Lulinha, Marcola e o caso Master. Já Flávio, sob fogo de Tralli e Renata, contra-atacou citando Huck. No duelo, o petista saiu acuado; o candidato do PL, no ataque.

Encurralado: entrevista de Lula à Globo vira espetáculo do constrangimento

Em sabatina na TV Globo, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva enfrentou perguntas duras sobre escândalos de corrupção e antigos aliados. O tom defensivo do petista gerou desconforto em milhões de telespectadores.

Arruda? “Nunca mais”! Pesquisa Quaest registra a queda livre de um inelegível

A pesquisa Quaest acendeu o alerta no grupo de Arruda: 20% das intenções de voto e 50% de rejeição. O ex-governador pediu para ser julgado pelas urnas e não pelos tribunais que decretaram a sua inelegibilidade. E elas já parecem dar sua resposta antecipada: “Nunca mais”.
- PUBLICIDADE -

Últimas do Radar Político