Duas universidades públicas brasileiras participam de um consórcio internacional que busca compreender melhor a hepatite B e desenvolver novos tratamentos, com o objetivo de avançar na busca pela cura da doença.
Liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, o projeto reúne pesquisadores do Brasil, Índia, Senegal e Uganda.
O Brasil é representado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes, da Universidade Federal do Espírito Santo (Hucam-Ufes), e pela Universidade de São Paulo (USP).
A pesquisa analisará, em nível celular, o comportamento do vírus e a resposta imunológica de pacientes, incluindo pessoas coinfectadas com HIV. Ao todo,
serão acompanhados 600 pacientes durante aproximadamente quatro anos e meio, sendo 150 de cada país. No Brasil, 75 participantes serão acompanhados pela equipe da professora Tânia Reuter.
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O estudo pretende identificar fatores genéticos associados à evolução da doença e possíveis alvos para novos medicamentos.
A hepatite B é uma infecção silenciosa que pode causar cirrose e câncer hepático. A principal forma de prevenção é a vacinação, disponível gratuitamente pelo SUS para pessoas não imunizadas de todas as idades.
O uso de preservativos e o não compartilhamento de objetos perfurocortantes também ajudam a evitar a transmissão.



