Uma fila tende a se formar em frente às Varas Cíveis do Tribunal de Justiça do DF, reunindo pessoas que lutam para ser ressarcidas de supostos prejuízos causados por Luiz Miranda.
A “corrida dos enganados” foi estimulada por uma decisão judicial do juiz Hilmar Castelo Branco, da 21ª Vara Cível de Brasília, que determinou nesta segunda-feira (12), o bloqueio de 20% do salário de Miranda.
Desde 2022, Miranda estava fora do Distrito Federal, quando resolveu trocar o eleitorado local pelo de São Paulo.
Saiu humilhado das urnas com menos de 9 mil votos, o insuficiente até para eleger um “guarda de quarteirão” no jargão político de antigamente.
Se no ditado popular o bom filho à casa retorna, no caso de Miranda pode-se dizer que o mau filho também a ela reaparece politicamente para nova candidatura de distrital no DF.
Atualmente, o ex-federal ocupa cargo CNE-2 no Governo do Distrito Federal, com remuneração de R$ 15,13 mensais, agora parcialmente comprometidos por decisão do juiz Hilmar Castelo Branco.
O juiz acolheu o pedido de penhora apresentado por um investidor que afirmou ter aplicado recursos em empresa ligada ao ex-parlamentar, sem receber a devolução do dinheiro, apesar das sucessivas cobranças realizadas.
O anúncio da decisão publicada pelos veículos de comunicação do DF, fez crescer a fila de acusadores que relatam supostos calotes atribuídos a Miranda. No entanto, ele diz ser inocente.
Com ironia, comenta-se que, pelo andar da carruagem, o salário do ex-deputado de 15 paus, tende a virar pó diante das demandas judiciais em curso e possíveis bloqueios futuros.
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