Radar Político/Opinião DIREITO DE RESPOSTA

Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Muitos erraram, mas foi a nossa brava PM que defendeu o Estado de Direito

Publicado em

Os milhares de vídeos, feitos por celulares apreendidos dos radicais bolsonaristas, que se encontram em poder do núcleo de investigação da Polícia Federal, já começam a levar as autoridades a tirar uma nova conclusão:

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), não é a única culpada pela invasão das sedes dos Poderes da República, como divulgado de forma precipitada por aí, mesmo que de forma heroica tenha reagido, com todo o seu aparato, para evacuar os terroristas e prendido centenas deles, salvando o governo que estava a beira de um golpe de Estado.

É preciso explicar que as polícias militares de todo o país, são forças executoras de planos de segurança, seja para atuar no combate a criminalidade, no dia a dia das cidades, seja para atuar em eventos de pequena ou grandes proporções, como as manifestações de protestos, bastante corriqueiras na capital federal.

No caso da horda bolsonarista que atacou os maiores símbolos da República, no triste 8 de janeiro, a PMDF não foi a única a “negligenciar” ou a “colaborar”com a barbárie como até hoje, muitos fazem crer.

As imagens coletadas começam a revelar que as enormes portas de vidro da rampa do Palácio do Planalto estavam escancaradas e sem a costumeira guarda dos Dragões da Independência, unidade do Exército subordinada ao comando Militar do Planalto.

Imagens gravadas pelos próprios invasores também revelam a complacência de militares da guarda do palácio com os atos violentos.

As polícias legislativas, tanto da Câmara como do Senado, aparecem em centenas de imagens apoiando os atos violentos dos baderneiros contra o patrimonio do povo brasileiro.

Gradualmente, o avanço das investigações monta o quebra-cabeça que começa a apontar um conjunto de ações por parte de “quem mandou em quem”, resultando nos atos lesivos que assustaram o Brasil e surpreendeu o mundo.

A situação só não foi pior devido à competência e a coragem da briosa Polícia Militar do Distrito Federal ao agir, ainda que tardia, contra a turba violenta e devolver, intacto, o Estado de Direito.

*Toni Duarte é Jornalista e editor do Radar-DF, com experiência em análises de tendências e comportamento social e reconhecido nos meios políticos da capital federal. Siga o #radarDF

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Siga o perfil do Radar DF no Instagram
Receba notícias do Radar DF no seu  WhatsApp e fique por dentro de tudo! Entrar no grupo

Siga ainda o #RadarDF no Twitter

Receba as notícias de seu interese no WhatsApp.

spot_img

Leia também

Pesquisa registra melhora na aprendizagem dos estudantes após restrição a celulares

A implementação da Lei nº 15.100/2025, que regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis nas...

Mais Radar

Desprezo pela rica cultura mantém Maranhão preso à extrema pobreza

O ativista cultural Herbert de Jesus Santos reage ao abandono do patrimônio cultural e turístico de São Luís e cobra respeito à história, aos artistas e às tradições que poderiam transformar a cultura em desenvolvimento e oportunidades.

Briga com Michelle explode e deixa Flávio Bolsonaro sem vice mulher

Racha entre Flávio e Michelle Bolsonaro mexe com a campanha: após vídeo em que ex-primeira-dama relata maltrato, a senadora Tereza Cristina teria recuado e ficado sem interesse na vice de Flávio à Presidência.

A sobrevivência do PSB no DF e a tentativa de reeleger Rollemberg

O PSB do DF aposta em uma estratégia para manter Rodrigo Rollemberg na Câmara. A candidatura ao Buriti do "bocudo"  Ricardo Cappelli aparece como um palanque itinerante e para-choque de quem conseguiu ser o pior governador da história do DF.

Mexeu com uma, mexeu com todas: a força unida de Michelle, Celina e Damares

Michelle, Celina e Damares selam pacto estratégico no DF. Para além do slogan "mexeu com uma, mexeu com todas", a união dessas três líderes redesenha a força feminina da direita conservadora no cenário local e nacional.

A inelegibilidade imposta pela Justiça que ainda dói no lombo de Arruda

Arruda voltou a criticar quem o chama de inelegível. Mas decisões da Justiça seguem sustentando sua situação jurídica. Bloquear jornalistas não muda os fatos nem apaga o peso da própria história.
- PUBLICIDADE -

Últimas do Radar Político