Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Vale a pena lembrar de novo: O governo das derrubadas e do terror

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Quem vê o ex-governador Rodrigo Rollemberg(PSB) saracoteando por aí feito pinto no lixo, atrás de voto, chega a acreditar que políticos como ele, só podem ter memória curta e incapaz de não lembrar o que fizeram de ruim no passado recente.

De 2014/2018, o governo socialista, sob o comando de Rodrigo Sobral Rollemberg, implantou o medo e o terror a milhares de famílias com as derrubadas de casas em todas as regiões administrativas do DF.

As lâminas dos tratores da Agefis, comandada por Bruna Pinheiro, devastou sonhos de moradores de condomínios e, principalmente, de famílias pobres como da Estrutural, Pôr do Sol e Sol Nascente.

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Até templos religiosos foram tratorados em nome da suposta ilegalidade.

O governo socialista preferia colocar tudo no chão ao invés de promover uma política ampla de regularização fundiária.

Chegou a ignorar a Lei Federal de Reurb nº 13.465/2017 e seus instrumentos de efetivação.

A lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo então presidente Michel Temer (PMDB), dentre todos os instrumentos de regularização fundiária no país, foi a mais eficaz para imóveis públicos ou privados, conferido tanto a beneficiários da Reurb-S como da Reurb-E, a legitimação fundiária, modo originário de aquisição da propriedade.

Mesmo diante de todo esse fabuloso instrumento, o governo Rollemberg seguia derrubando e aterrorizando quem morava nos condomínios, há mais de 30 anos e em processo de regularização fundiária nos órgãos do GDF.

Durante a campanha eleitoral de 2018, a toda poderosa Bruna Pinheiro, presidente da famigerada Agefis, investida de um descomunal poder de polícia, passava por cima de tudo e da lei.

Ao sentir que iria perder a eleição, Rollemberg mandou Bruna parar com as derrubadas de casas, pelo menos, naquele momento. Ouça o que a Bruna disse ao ser questionada na CLDF na época:

Nas fileiras do PSB, alguns alertavam Rollemberg que derrubando casas e botando seus moradores para correr o levaria a uma fragorosa derrota.

O sinal de alerta fez com que o governo, já na fase do segundo turno da eleição, afagasse a população amedrontada com escrituras fajutas de lotes.

A “escritura fake”, sem valor algum, era só para enganar os trouxas.

Ainda assim, o então governador, que buscava a reeleição, foi derrotado, fazendo valer um velho ditado popular: “Quem apanha não esquece, Rollemberg!”

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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