Flávia Tamayo, ex-capa da Revista Playboy, presa em Vitória (ES), na última terça-feira (21), cobrava entre R$ 500 e 1 mil por programa de duas horas com direito a cocaína e haxixe. A clientela incluía muitos figurões de Brasília.
Segundo as investigações preliminares a garota de programa tinha uma agenda cheia e viajava o Brasil inteiro.
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A “Pantera do pó” como é chamada a modelo possui cliente de alta renda em Brasília. Na agenda da panteira consta nomes de políticos e empresários.
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Flávia é suspeita de integrar uma organização criminosa de garotas de programa de luxo que atuavam no tráfico de drogas na capital.
A garota de programa deve ser transferida para Brasília por decisão da justiça. Os investigadores querem saber quem participava do esquema e como conseguiu as drogas.

