|Da Redação||RADAR-DF
A Polícia Civil do Distrito Federal e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), investigam funcionários do Detran. Eles são acusados de cancelar 50 mil infrações de trânsito causando um prejuízo milionário aos cofres públicos.
A quadrilha, segundo os primeiros levantamentos feitos pela Polícia, agia fora do expediente utilizando o sistema de informática da instituição pública.
Cerca de 16 pessoas são suspeitas de integrarem o suposto esquema criminoso.
Não é o primeiro caso que a policia investiga e desmonta células criminosos que atuam dentro do Detran do Distrito Federal. O histórico é grande. Em junho do ano passado a Polícia Civil desmontou um esquema de clonagem de veículos e uso de lacres falsos,.
- Morre aos 58 anos o ex-deputado federal e professor de direito Paulo Fernando
- Primeiro sorteio do Nota Legal em 2026 será em 20 de maio
- Novas famílias são beneficiadas com o programa Melhorias Habitacionais
- Governo libera mais R$ 4,6 bi para pagar saque-aniversário do FGTS
- Canal é lançado para denúncias de furto e roubo de cabos de energia
“Os criminosos pesquisavam um carro idêntico, faziam uma placa falsa e rodavam indiscriminadamente pelo Distrito Federal até serem barrados em uma operação ou blitz”, explicou na época o titular da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), delegado André Leite.
Também no ano passado a PCDF e o MPDFT deflagraram a Operação Blitzkrieg que investigou o polêmico e milionário contrato de manutenção e modernização de semáforos do Departamento de Trânsito (Detran). A bagaceira foi grande.
Sete mandados de busca e apreensão na época foram cumpridos em unidades do órgão e nas residências de funcionários supostamente envolvidos nos ilícitos. Entre eles um ex-diretor do órgão.

