A governadora Celina Leão (PP), a única mulher disputando o Palácio do Buriti, caminha para uma reeleição histórica em primeiro turno. Todas as pesquisas divulgadas até agora mostram uma vantagem sólida e incontestável.
Mas exatamente por isso, ela se tornou o principal alvo de uma campanha cruel de desinformação e ataques covardes.
Homens como o inelegível José Roberto Arruda (PSD), Leandro Grass (PT) e Ricardo Cappelli (PSB) abriram fogo pesado.
Memes degradantes, mentiras fabricadas por inteligência artificial e perfis anônimos se multiplicam nas redes com o único objetivo de difamá-la.
A violência é tão intensa que Celina já precisou recorrer várias vezes ao Judiciário para defender sua honra.
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Perfis são tirados do ar, mas novos surgem imediatamente. Neste domingo (3), mais uma fake news tentou sujar sua imagem no caso Banco Master/BRB, golpe investigado pela Polícia Federal.
Celina, que assumiu o governo em 30 de março, agiu com firmeza no primeiro dia de seu governo.
Demitiu os envolvidos, determinou auditoria independente e municiou o Banco Central e à PF para auxiliar nas investigações.
A governadora tem lutado incansavelmente para salvar o banco que foi vítima de um golpe.
Voltando à disputa política no país em que as mulheres são candidatas, estudos revelam o que já é perceptível: 71% das candidatas, sobretudo as que lideram as pesquisas, sofrem ameaças de morte e estupro digitais.
Na disputa pelo poder, mulheres fortes incomodam, simples assim. Diante dessa escalada de “eles contra elas”, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lança mão da aplicação rigorosa da Lei 14.192/2021, que criminaliza ataques de gênero.
Mesmo sob bombardeio, como vem sofrendo Celina Leão no Distrito Federal, 89% dos brasileiros querem mais mulheres na política. Daí o desespero de Arruda, Grass e Cappelli.



