Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Saída antecipada de Ibaneis sepulta impeachment e deixa louca a oposição

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Com uma visão política e compromisso com as regras eleitorais, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), anunciou nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, durante o cumprimento de sua agenda oficial, que deixará o cargo no dia 28 de março.

A decisão, tomada para dedicar-se integralmente à sua candidatura ao Senado nas eleições deste ano, representa um golpe fatal no discurso da oposição, enterrando de vez os pedidos de impeachment protocolados na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Na ultima sexta-feira (11) a Coluna Radar Politico adiantou os fatos: “Impeachment de Ibaneis vira piada eleitoreira de velhacos da política do DF”, (Leia Aqui).

Os processos de impeachment, articulados por partidos como PT, PV, PCdoB, Rede e PDT, baseados em supostas irregularidades no caso do Banco Master, nasceram já sem força e com claro caráter de encenação eleitoreira.

Gente como Rodrigo Rollemberg (PSB) e Cristovam Buarque, sem prestígio popular no Distrito Federal, tentaram capitalizar o escândalo para desgastar Ibaneis, mas a renúncia antecipada tira qualquer objeto dos pedidos.

Com o governador fora do cargo, os impeachments perdem sentido jurídico e político, expondo a fragilidade e o oportunismo da oposição.

Ibaneis, ao sair quase um mês antes do prazo legal de desincompatibilização, cumpre rigorosamente a legislação eleitoral e demonstra confiança em sua trajetória limpa.

Não há indícios concretos de envolvimento direto dele no caso do Banco Master, e as investigações seguem no âmbito próprio, sem o seu envolvimento.

Essa postura irrepreensível tapa a boca dos adversários que apostavam no “oba-oba” para ganhar visibilidade.

A decisão fortalece Ibaneis como líder incontestável do centro-direita no DF. Deixa um legado de realizações em infraestrutura, saúde e obras, como as inauguradas nesta semana em Santa Maria.

A oposição, reduzida a manobras vazias, fica irrelevante diante de um governador que prioriza o interesse público e o jogo limpo.

Ibaneis Rocha sai do Palácio do Buriti com a cabeça erguida, pronto para representar o Distrito Federal no Senado com a mesma dedicação e eficiência que o consagraram como um dos melhores gestores da história do Distrito Federal.

A transição para o vice-governador Celina Leão (PP) que lidera todos os cenários na disputa eleitoral de outubro, está prevista para ocorrer de forma ordenada, garantindo a estabilidade administrativa até o fim do ciclo.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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