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Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Traficantes abatidos no Rio viram mártires no discurso hipócrita de Fábio Felix

Publicado em

Deputados do PT e do PSOL do Distrito Federal têm tentado demonizar governadores que demonstram solidariedade ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e ao povo fluminense, em meio à guerra declarada entre o Estado de Direito e o Estado Paralelo, comandado pela facção criminosa Comando Vermelho (CV).

Governadores de São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás, Paraná e do Distrito Federal colocaram à disposição do Rio de Janeiro suas respectivas forças de segurança para combater as facções criminosas que aterrorizam a população, especialmente a mais vulnerável.

Desde a proibição imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em atendimento a uma ação impetrada pelo PSB, partido representado no DF pelo ex-governador Rodrigo Rollemberg e pelo pré-candidato ao Buriti Ricardo Cappelli, as forças policiais do Rio de Janeiro ficaram impedidas de entrar nas favelas para combater o crime organizado.

A decisão no âmbito da ADPF 635, conhecida como “ADPF das Favelas”, abriu espaço para que o Comando Vermelho expandisse seu domínio, alcançando cerca de 70% do território da capital fluminense.

O resultado foi o agravamento da sensação de insegurança generalizada e o fortalecimento das facções que desafiam o Estado.

Deputados como Fábio Felix (PSOL), presidente da Comissão dos Direitos Humanos da CLDF, usaram a tribuna para atacar a vice-governadora do DF, Celina Leão, pela solidariedade prestada ao governo do Rio.

A postura do deputado é de defesa aos criminosos, conforme demonstrada em sua página no Instagram: “Cláudio Castro (governador do Rio) diz que a ‘cidade voltou ao normal’, horas após seu governo promover o maior massacre da história do Rio de Janeiro em uma operação policial. É cruel, desumano e criminoso!”.

No mesmo post, Felix exige a “urgente responsabilização de Cláudio Castro por essa barbárie!”.

A postura do distrital do PSOL é uma síntese do apoio velado de partidos de esquerda ao crime organizado, comandado por facções como o Comando Vermelho e o PCC, que já contam com uma boa bancada nos parlamentos brasileiros e até controlam parte da economia do país.

Em vez de priorizarem o combate à escalada da violência e do crime organizado, já há deputado propondo a abertura de uma CPI para apurar as mortes de bandidos do CV, invertendo as prioridades em um momento crítico para a segurança pública nacional e para o povo do Rio de Janeiro.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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