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Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

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Leonardo Mundim faz tributo a Sarney na Casa do Maranhão

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Durante a entrega da escritura pública para a concessão de uso da Casa do Maranhão, ocorrida na última sexta-feira (13), o diretor de regularização social e desenvolvimento econômico da Terracap, Leonardo Mundim, enfatizou que a regularização do espaço vai além de uma medida administrativa: “é um tributo ao legado do ex-presidente José Sarney”.

“Para além de uma metáfora, a Casa do Maranhão é um espaço que representa a essência da cultura maranhense em Brasília, sendo o lugar de encontro de tradições, memória e orgulho de um povo”, disse em seu discurso.

Mundim destacou que a regularização do espaço, promovida pelo governador Ibaneis Rocha e pela vice-governadora Celina Leão, reforça a ideia de Juscelino Kubitschek de que Brasília deveria abrigar locais que representassem as diferentes regiões do Brasil.

Durante o evento, Leonardo Mundim não poupou as palavras ao exaltar o legado de José Sarney, patrono da Casa, inaugurada em 1977.

O espaço na 911 Sul tem uma estrutura para eventos culturais, projetos sociais, atendimentos médicos, esportes e uma igreja católica que homenageia São José de Ribamar, padroeiro do Maranhão.

“Hoje é dia de homenagear José Sarney e essa terra tão bela, que produz arroz de cuxá e guaraná Jesus, berço dos Lençóis, casa do Bumba-meu-Boi e tem como capital uma ilha franca-brasileira de belos casarões”, disse Mundim, um mineiro de Uberaba, enfatizando a importância do Maranhão para a identidade nacional.

O tributo a Sarney feito por Leonardo Mundim remete à consolidação e ao fortalecimento da democracia na consciência popular brasileira, cujos primeiros passos dados durante o seu governo nunca devem ser esquecidos.

O primeiro presidente civil, após duas décadas de regime militar, se destacou como um dos períodos mais marcantes na construção de um país democrático e plural.

Não há dúvidas que a liderança do presidente Sarney foi marcada pela articulação política e pela busca de consensos, qualidades fundamentais para a aprovação da Constituição de 1988, considerada um marco no fortalecimento da democracia brasileira.

Foi por esse olhar que Mundim lembrou que a nova Carta trouxe garantias inéditas de direitos civis, sociais e políticos, estabelecendo as bases para o Brasil contemporâneo.

A entrega da escritura da Casa do Maranhão representa muito mais do que a consolidação de um espaço físico.

Na opinião de Leonardo Mundim, representa o reconhecimento do papel de José Sarney na história do Brasil e sua contribuição para o fortalecimento das tradições e identidades regionais, especialmente a do Maranhão, na capital da República.

Sob seu governo, o país viu a necessidade de preservar suas diversidades culturais como parte da formação democrática.

Sarney, ao longo de sua trajetória, não apenas converteu o Brasil à democracia, como também manteve um olhar atento sobre a cultura e o patrimônio, elementos fundamentais para a construção de um país unido em sua diversidade.

“A Casa do Maranhão, localizada em Brasília, é um exemplo vivo desse legado, um local de encontro para os maranhenses e uma exposição da riqueza cultural que o estado representa para o Brasil”, disse Leonardo Mundim.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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