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Medo da morte por covid volta se instalar no DF; governo decreta restrições de circulação

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O Distrito Federal nem poderia chegar ao extremo das medidas drásticas, como o lockdown, valendo a partir deste domingo (28), se o Ministério da Saúde e a Anvisa não protelasse tanto para liberar a vacina Sputnik V, produzida na unidade Bthek Biotecnologia, instalada no Polo JK, em Santa Maria, cidade do DF.

O Distrito Federal atingiu a triste marca de 4.819  mortos por covid-19, até ontem, contabilizados neste  primeiro ano da pandemia no Brasil completado nesta sexta-feira (26).

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Até o próximo dia 3 de março, quando foi registrado o primeiro caso de coronavírus no DF, certamente a estatística de mortos estará em um patamar bem mais alto dos registrados agora.

O DF vive um prenúncio do colapso total do sistema de saúde, com quase 94% de leitos de UTIs ocupados e, principalmente, pela lentidão da vacinação em massa, por falta de imunizantes.

Esses foram os fatores que obrigaram o governador Ibaneis Rocha (MDB) a optar pela drástica decisão de mandar fechar tudo.

A capital federal vive o seu pior momento da pandemia, apesar de se destacar como o único ente da federação que mais criou estratégias de saúde em prevenção a doença.

E não adianta o governo federal estrebuchar como fez o presidente da República, Jair Bolsonaro, ao ameaçar os governadores, entre eles, Ibaneis Rocha, por terem tomado medidas extremas para combater a circulação do coronavírus como o lockdowns.

O presidente disse quem fizer lockdown terá que bancar o auxílio emergencial. A declaração ocorreu durante visita às obras de duplicação da BR-222, em Caucaia (CE).

No Brasil, está claro que o rítimo da vacinação anda lento em decorrência da falta de imunizante no mundo.

Também está mais que claro ainda que o Ministério da Saúde não correu atrás para garantir, com antecedência, a maior quantidade de vacina para imunizar os mais de 200 milhões de brasileiros.

No DF temos duas fábricas produzindo, a todo vapor, a vacina Sputnik V contra o coronavírus, mas ela ainda está longe de chegar aos braços dos brasileienses e dos brasileiros devido à atrapalhada burocracia institucional do governo federal.

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