O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) deu mais um tapa na cara da trupe da esquerda: cassou a liminar fajuta e devolveu ao BRB o direito de usar terrenos públicos como garantia para não ser liquidado pelo Banco Central.
E o que rolou depois? Silêncio sepulcral. Rodrigo Rollemberg (PSB), Cristóvão Buarque (Cidadania) e Ricardo Cappelli (PSB), os mesmos que adoram posar de defensores do “povo”, engoliram o choro.
Nem um stories choramingando, nem um tweet de vitimismo, nem uma nota de repúdio contra decisão do desembargador Roberval Belinati, que cassou a liminar concedida pela 2ª Vara da Fazenda Pública do DF,
A ação movida pelos três oportunistas era puro factóide eleitoreiro de quinta categoria que durou menos de 24 horas.
Rollemberg, eleito o pior governador do Distrito Federal em 2018, conseguiu seus 15 minutos de fama com uma ação popular fajuta, cheia de incongruências jurídicas.
O objetivo era claro: induzir a Justiça ao erro, montar um espetáculo midiático, forçar a liquidação do BRB e, de quebra, jogar centenas de funcionários no desemprego.
Eles apostaram numa sabotagem desesperada, na esperança de derrubar o BRB de qualquer jeito.
O resultado foi previsível: o TJDFT, com uma decisão técnica, limpa e sem mimimi, restabeleceu a ordem e jogou o plano furado de Rollemberg, Cristóvão e Cappelli direto no lixo.



