Radar Político/Opinião DIREITO DE RESPOSTA

Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Sessão solene revela aliança política para reeleição de Celina Leão em 2026

Publicado em

Na sessão solene da Câmara Legislativa do Distrito Federal, realizada nesta quinta-feira (29), a mesa composta revelou a fotografia da forte aliança política que apoiará a reeleição da vice-governadora Celina Leão, em 2026.

Além do governador Ibaneis Rocha, que marcou presença na sessão solene de outorga do “título de cidadã do DF a Celina, a imagem da mesa mostrou o  maior tripé de apoio formado pela ex-primeira-dama Michele Bolsonaro(PL) e pela senadora Damares Alves(Republicanos).

O retrato da mesa, onde Celina, Michele e Damares estavam sentadas lado a lado, deixou claro que além do MDB de Ibaneis e o PP da vice, o Partido Liberal de Michele Bolsonaro e o Republicanos da senadora Damares Alves vão continuar juntos, em 2026, para ajudar a reeleger pela primeira vez, uma mulher governadora.

Os partidos PL e Republicanos  sem dúvida tiveram um papel importante, principalmente na aliança partidária que garantiu  a reeleição do governador Ibaneis Rocha, como ocorreu em 2022 em que foi reeleito em primeiro turno.

Embora os discursos tenham se referido à outorga do importante título de cidadã do Distrito Federal a Celina, de autoria do deputado distrital Pedro Paulo Pepa, a foto da mesa também mostrou claramente que a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro não será candidata ao governo do DF como muita gente especula.

No seu discurso, Michele chegou a lançar o nome de Celina ao Palácio do Buriti.

No entanto, isso não significa que Michele abrirá mão de sua candidatura ao Senado ao lado de Ibaneis Rocha. Uma baita dupla.

Com essa aliança política já formada, a expectativa é que Celina Leão possa contar com um suporte sólido para buscar a reeleição em 2026, fortalecendo seu trabalho em defesa do povo do Distrito Federal.

Além do aspecto politico, registrado por importantes forças  politicas do Distrito Federal, nunca se viu o plenário da CLDF tão lotado de gente de várias regiões do DF, como foi nesta manha de hoje. Parabéns Leoa.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Siga o perfil do Radar DF no Instagram
Receba notícias do Radar DF no seu  WhatsApp e fique por dentro de tudo! Entrar no grupo

Siga ainda o #RadarDF no Twitter

Receba as notícias de seu interese no WhatsApp.

spot_img

Leia também

Escolas terão conteúdos de prevenção à violência contra a mulher

Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram a portaria de regulamentação da Lei...

Mais Radar

O retorno das sombras: Gim Argello e a máquina da fake news no DF

Preso pela Polícia Federal na Operação Vitória de Pirro, durante o mandato de senador, por receber R$ 5 milhões em propina no Petrolão, Gim Argello agora tenta voltar ao poder no DF como vice de José Roberto Arruda.

Lulinha na mira da PF: a prova definitiva de que a Polícia Federal não é do Lulão

Enquanto Lula diz "nossa PF", a investigação sobre as viagens de Lulinha bancadas pelo Careca do INSS mostra a verdade: aqui ninguém manda. A Polícia Federal é de Estado, doa a quem doer.

PSD-DF não embarca com Arruda e espera decisão de Cármen Lúcia, diz PO

Paulo Octavio, presidente do PSD-DF, rechaça apoio à fragilíssima candidatura de José Roberto Arruda, inelegível  com processo ainda no STF. Declara apoia Celina Leão e foca na eleição do filho, André Kubitschek.

Esquerda moribunda do DF racha, insiste nos erros e caminha ao fracasso

Fora do poder desde 2018, após a queda de Rollemberg, o pior governador da história do DF, o campo progressista perdeu força, discurso e conexão com o eleitor. A dura realidade foi admitida por Ricardo Cappelli em encontro com petistas.

Cappelli curte celebração dos 71 anos de Bolsonaro no Instagram de Celina

O efusivo “like” de Ricardo Cappelli em uma publicação que comemorava os 71 anos de Jair Bolsonaro pode ser interpretado como um lapso resultante de uma crise existencial que apenas Freud seria capaz de explicar.
- PUBLICIDADE -

Últimas do Radar Político