O ASSUNTO É

SEM DINHEIRO, PARTIDO PAPA-DEFUNTO É ENTERRADO POR ROLLEMBERG

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Sem dinheiro para financiamento de campanha e sem tempo de propaganda no rádio e na TV, o PMB-DF, partido controlado por donos de funerárias e crematórios, está sendo desprezado por Rodrigo Rollemberg. O partido havia rifado a candidatura de Goudim Carneiro ao Buriti, em troca de facilidades no milionário negócios da morte

Por Toni Duarte//RADAR-DF

Sem acesso ao bilionário fundo partidário, o Partido da Mulher Brasileira (PMB), enfrentará dificuldades nos estados para fazer campanha política este ano.

No DF, a legenda controlada por donos de funerárias, algumas delas investigadas pela Operação Caronte, deflagrada pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil do DF, no final do ano passado, teria  negociado nos porões do Buriti, o fim da candidatura do líder da periferia, Goudim Carneiro que era candidato a governador pelo partido.

Com Goudim fora do processo, os papa-defuntos, donos do PMB-DF, se mudaram de malas e cuias para dentro do barco socialista que remará a favor da reeleição do pior governador da história de Brasília: Rodrigo Rollemberg (PSB).

No entanto, o Partido da Mulher Brasileira, que obteve registro no TSE em 29 de setembro de 2015, foi nocauteado por uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A legenda não terá dinheiro do Fundo Partidário como a maioria dos partidos e nem tempo de propaganda politica  no rádio e na televisão para ajudar seus candidatos. O desânimo é geral.

Os candidatos a deputado distrital e a federal, filiados ao PMB-DF, terão apenas dois caminhos a seguir: ou desistem dos seus projetos políticos nas eleições desse ano, ou custearão do próprio bolso as suas pré-candidaturas.

Goudim Carneiro, que foi traído pela direção do partido, deve seguir outro rumo se engajando em um projeto político ao Buriti, que absolva tópicos importantes do seu programa de governo e que tenha o compromisso de aplicá-los.

A decisão do TSE, que quebrou as pernas do PMB, fez com que o próprio Rollemberg desistisse da legenda no DF. Os socialistas classificam o partido nanico como um “peso-morto” que não servirá para nada.

Ao que parece, o partido dos papa-defuntos do DF literalmente foi enterrado no seu próprio cemitério.

Restam as estas aves  agourentas também rezar para que a reeleição de Rollemberg vá para a mesma cova. Vixe!!!

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