“Se o caminho for o consenso e o meu nome for o escolhido, eu topo e enfrento”, costuma repetir o médico Jofran Frejat(PR), a quem pergunta a ele se será candidato ao governo do DF em 2018. Mas, a depender da vontade das centenas de internautas que orbitam nas redes sociais, Frejat já é o candidato do centro e da direita por ser um nome “forte e limpo” para vencer Rollemberg nas eleições do próximo ano
Os 13 meses que faltam para o starts das eleições do próximo ano são contados nos dedos pelos milhares de cidadãos brasiliense que não ver a hora de se livrarem do caos provocado por um governo que fez fechar as portas de milhares de empresas, que enterrou de vez a Saúde Pública; que sucateou a Segurança; que detonou com a Educação e com os servidores, alem de derrubar casas de famílias pobres que ficaram ao desabrigo nestes últimos dois anos.
O discurso da “nova política” empregado por Rodrigo Rollemberg e seu grupo na campanha de 2014 que o tornou governador do Distrito, na prática foi um fiasco enganador e uma barca furada que fez a sociedade brasiliense voltar ao tempo de quando era feliz e não sabia. Esse sentimento de total descrédito contra o governo socialista está fazendo com que surja nas redes sociais a campanha antecipada do “Volta Frejat 2018”.
Apesar de ser candidato natural a sucessão, no entanto, desta vez Rollemberg não conta com o apoio do senador Reguffe e nem de Cristovam (PPS) este ultimo candidato a reeleição. Ambos romperam com o governador em 2016.
“O parceiro natural do PSB será o PT e isso ninguém tem dúvidas apesar de Rollemberg tem acusado os petistas de terem arrombado os cofres públicos e deixado o DF no caos. Eles se merecem”, diz Alírio Neto (PTB) do mesmo grupo político de Frejat.
A queda de Rollemberg, aferida por pesquisas de opinião que mostram que 82% dos brasilienses rejeitam o governador, vitaminou ainda mais o grupo de oposição que tende marchar em torno de quem tiver melhor nas pesquisas em maio do próximo ano, mas que seja um nome livre, sem mácula, com experiência política e de gestão para tirar o DF do buraco que foi metido. Esse nome pode ser Frejat.
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Quieto, no seu canto, o experiente Frejat que em 2014 teve 44,44% dos votos válidos no segundo turno das eleições, espera ser convocado pelo povo. “Sou homem de missão”, resumiu ele ao Radar.

