O ASSUNTO É

ROLLEMBERG GASTA MAIS COM EMPRESAS DE SEGURANÇA DOS HOSPITAIS DO QUE COM REMÉDIOS PARA OS PACIENTES

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1-SAUDEDecretar estado de emergência na Saúde foi a primeira iniciativa do governador Rodrigo Rollemberg no seu primeiro dia de governo. A justificativa era de que faltavam remédios nos hospitais da rede pública, que os pacientes estavam morrendo e que os contratos com fornecedores estavam atrasados.

1-SAUDEDecretar estado de emergência na Saúde foi a primeira iniciativa do governador Rodrigo Rollemberg no seu primeiro dia de governo. A justificativa era de que faltavam remédios nos hospitais da rede pública, que os pacientes estavam morrendo e que os contratos com fornecedores estavam atrasados.

No entanto, de acordo com a tabela de pagamentos do GDF, o “Governo de Brasília” foi mais generoso com as empresas de segurança que prestam serviços de vigilância e limpeza aos hospitais do que com a compra de medicamentos para os pacientes que morrem por falta deles. As empresas de segurança privadas amealharam nestes seis meses mais de R$ 92 milhões.

Essas empresas pertencem a famílias de políticos do DF e que estão enraizadas há anos nas secretarias e autarquias sob o velho e manjado esquema dos aditivos renovados como é o caso da Empresa 5 Estrelas da família do deputado Rafael Prudente.

Enquanto a maior parte do orçamento da saúde vai para as empresas de segurança, faltam medicamentos como antibióticos usados no tratamento de sífilis, toxoplasmose, tétano, meningite e inflamações no coração nos estoques dos hospitais da rede pública.

O secretário de Saúde João Batista de Sousa, alega que o problemas foi herdados da gestão anterior, uma justificativa que a população do DF não aceita mais.

Afirma também que a historia da superbactéria nos hospitais é falsa em total desrespeito aos pacientes infectados que chegaram a ir a óbito.

Ontem, na sua página pessoal no face book, o governador Rollemberg festejou os seus 56 anos de idade bem vividos e sem problemas financeiros. Amanheceu o dia correndo e tomando banho de cachoeira. Parou, agradeceu a Deus pela boa vida de político que leva e sem precisar dos hospitais públicos.

Da Redação Radar

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