Além do Distrito Federal, os estados e municípios poderão contratar mais operações de crédito em 2026. A medida cria mais espaço para que governos estaduais e municipais contratem empréstimos para financiar projetos e investimentos dentro das regras fiscais estabelecidas para 2026
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou em R$ 2 bilhões o limite global anual de crédito autorizado pelo órgão, que passa de R$ 26,625 bilhões para R$ 28,625 bilhões.
O espaço foi obtido a partir de um levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional com entes que participam de programas de ajuste fiscal.
A resolução aumenta dois sublimites específicos. Sublimite é, nesse caso, uma parcela do limite total reservada para determinado tipo de operação. O levantamento identificou cerca de R$ 7,87 bilhões em espaço fiscal que não tinham previsão de utilização até o fim de 2026.
A garantia da União significa que o governo federal assume determinadas obrigações caso o ente público não honre a dívida, o que pode reduzir o risco da operação e facilitar a obtenção do crédito.
- Mercado financeiro eleva projeções para inflação, juros e dólar em 2026
- Conselho do FGTS aprova orçamento de R$ 144,5 bilhões para habitação em 2027
- Crescimento é expressivo de afastamentos por vício em jogos no Brasil
- Governo federal prorroga por mais 30 dias a subvenção econômica ao óleo diesel
- Petrobras inova na produção sustentável de combustível de aviação

