A cobrança de qualquer valor, pelos planos de saúde, para que o médico que atendeu a gestante, durante o pré-natal, possa ser responsável pelo parto deverá ser proibida no Distrito Federal. A medida consta do projeto de Lei n° 269/2019, de autoria do deputado Martins Machado (Republicanos).
A proposta foi aprovada pelos membros da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa na última segunda-feira (20).
Segundo Martins Machado, a taxa extra tem sido chamada de disponibilidade para acompanhamento de parto.
“Alguns hospitais cobram de R$ 2 mil a R$ 4 mil para ter a presença do médico escolhido pela família no momento do parto”, observa Machado, que acrescenta, “mesmo estando esses profissionais devidamente credenciados nos convênios contratados pelos usuários”.
A matéria, que ainda passará pela análise de outras comissões de mérito e do plenário da CLDF, veda qualquer cobrança independentemente da nomenclatura dada.
- Roosevelt Vilela detona Lula da Silva por ataque às escolas militares
- ABBP não se intimida e reage contra Arruda, Gim e o “laranjal difamador”
- Eleitores do DF têm até 6 de maio para regularizar título e evitar filas
- Celina reúne mega-aliança com 12 partidos e reforça unidade para reeleição
- DF: Vozes da Comunidade discute moradia e política no “Sabatinão do Povo”
*Com informações da CLDF

