O ex-ministro Antonio Palocci afirmou, em acordo de delação premiada homologado pela Justiça, que alguns dos principais bancos do país fizeram doações eleitorais que somam R$ 50 milhões a campanhas do PT em troca de favorecimentos nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Em trechos de sua delação, Palocci citou casos envolvendo Bradesco, Safra, BTG Pactual, Itaú Unibanco e Banco do Brasil. O interesse das instituições, de acordo com o ex-ministro, ia de informações privilegiadas sobre mudanças na taxa básica de juros, a Selic, até a busca por apoio do governo na defesa de interesses das instituições e seus acionistas.
Procurados, os acusados negam irregularidades, classificam a delação de Palocci de “mentirosa” e “inverossímil”, apontam que ele criou versões sem provas para tentar obter benefícios da Justiça e dizem que todas as doações foram feitas legalmente.
*Com informações de O Globo
- Crise no STF: Fachin avalia punição a Moraes e busca conter grave tensão
- Mercado de carbono moderniza conservação florestal
- Efeito André Mendonça faz delegados da PF reagirem contra o PGR Paulo Gonet
- Abaixo-assinado por André Mendonça mira 1 milhão de assinaturas
- Sérgio Moro pede demissão de diretor da Polícia Federal por conivência

