A disputa pelo Buriti mostra um contraste claro: de um lado, a governadora Celina Leão, que lidera as intenções de voto; do outro, os candidatos Leandro Grass (PT) e Ricardo Cappelli (PSB), que perdem cada vez mais apoio popular.
O principal motivo dessa queda é o tom agressivo e carregado de ódio adotado por ambos, que priorizam ataques pessoais em vez de propostas concretas.
Até agora, Grass e Cappelli não apresentaram plataformas que despertem o interesse do eleitorado.
A tentativa de vincular Celina ao escândalo do BRB falhou, e as acusações relacionadas ao “8 de Janeiro” perderam força.
No caso do Banco de Brasília, a governadora assumiu a instituição em situação crítica, recuperou sua saúde financeira e defende a punição dos responsáveis pelo roubo.
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Além disso, a segurança pública e a educação no Distrito Federal apresentam os melhores índices recentes.
Na saúde, a parceria entre a Secretaria e hospitais privados tem diminuído gradualmente as filas de cirurgias, trazendo melhorias concretas para a população.
Sem argumentos sólidos, os opositores recorrem apenas a discursos de falácia e ódio, que afastam em vez de atrair eleitores.



