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Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Ministro de R$ 12 bilhões: a “montanha” de emendas pela aprovação de Messias

Publicado em

A governo de Luiz Inácio Lula da Silva expôs, sem rodeios, o custo político de sua aposta em Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).

A liberação de R$ 12 bilhões em emendas parlamentares soa como moeda de troca para pavimentar votos.

Messias não é um nome qualquer. Amigo pessoal de Lula, aliado de longa data e figura de confiança desde os governos petistas, notabilizado inclusive pelo apelido “Bessias”, sua indicação carrega o peso de uma proximidade que levanta dúvidas sobre independência.

No Congresso, a resistência é real: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e parte relevante das bancadas preferiam Rodrigo Pacheco.

Até que ponto o Executivo pode esticar a corda para influenciar o processo de escolha de ministros do STF?

Desde 2003, Lula já indicou dez nomes para a Corte: de Joaquim Barbosa a Flávio Dino, e tenta agora emplacar o décimo primeiro.

O dispêndio de cifras bilionárias como moeda de troca para viabilizar aliados ao Supremo distorce o papel institucional entre os Poderes e resulta na desconfiança pública.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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