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Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Ibaneis lidera transição para Celina e mantém base governista unida

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O processo de desincompatibilização no Governo do Distrito Federal ganha contornos claros e definidos. Desde dezembro, reuniões sucessivas com secretários, subsecretários e administradores regionais sinalizam o início da corrida eleitoral de 2026.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) orienta os interessados em candidaturas a deixarem os cargos até 4 de abril, data em que ele próprio renunciará para disputar o Senado.

Ibaneis, com alta aprovação popular após sete anos de gestão exitosa, organiza a transição sem rupturas abruptas.

A vice Celina Leão (PP), que assumirá o governo interinamente, terá prerrogativa para nomear novos titulares, mantendo a coesão do grupo que construiu avanços expressivos no DF.

A lista de prováveis desincompatibilizados é expressiva. De acordo com levantamento feito pelo Radar DF, ao menos 15 secretários de Estado, dois subsecretários e seis administradores regionais devem sair.

Informações de bastidores, colhidas também pelo Radar DF, sugerem que os atuais ocupantes indicarão seus respectivos substitutos.

No entanto, essas indicações terão que passar pela chancela de Celina Leão, pré-candidata à sucessão no Buriti.

Tal combinação preserva a continuidade administrativa e reforça a aliança Ibaneis-Celina, evitando paralisia em áreas sensíveis.

O cenário revela um governo coeso e preparado para o futuro. Na visão de Celina Leão, a desincompatibilização não representa enfraquecimento, mas renovação planejada.

A equipe que elevou a aprovação popular acima de 60% segue unida, transferindo força eleitoral  para novas candidaturas e garantindo estabilidade até outubro de 2026.

Como se observa, Ibaneis Rocha demonstra liderança ao planejar saídas sem prejuízo à máquina pública.

Por sua vez, Celina ganha espaço, autonomia e liberdade para consolidar sua gestão, projetando-se como sucessora natural de um projeto bem-sucedido e popular no Distrito Federal.

Veja a lista dos prováveis gestores que se desincompatibilizarão para encarar ás urnas:

1. Gustavo Rocha (Secretario da Casa Civil)
2. Jose Humberto (Pesão), (secretario de Governo).
3. Marcela Passamani, (secretária de Justiça),
4. Ana Paula Marra (secretária de Ação Social)
5. Valter Casemiro (secretario de Obras)
6. Cristian Viana (Secretário do Entorno do Distrito Federal)
7. Giselle Ferreira (Secretaria da Mulher)
8. Rodrigo Delmasso (Secretário de Estado da Família)
9. André Kubistchek (Secretario da Juventude)
10. Gilvan Maximo (Secretario do Consumidor)
11. Cristiano Araujo (Secretario de Turismo)
12. Claudio Abrantes ( Secretario de Cultura)
13. Helvia Paranagua (Secretaria de Educação)
14. Sandro Avelar (Secretario de Segurança)
15. Agaciel Maia ( secretário de Relações Institucionais )
Subsecretarias
16. Renata D’aguiar (Subsecretária de Promoção das Mulheres)
17. Sandra Faraj (Subsecretária de Transformação Tecnológica)
18. Bispo Renato (Administrador de Taguatinga)
19. Telma Rufino (Administradora de Arniqueira)
20. Gustavo Aires (Administrador do Cruzeiro)
21. Marcelo Trator (Administrador do Lago Norte)
22. Reginaldo Sardinha (Administrador do Sudoeste)
23. Aderivaldo Cardoso (Administrador do Jardim Botânico)
24. Rôney Nemer ( Ibaram)
25. Carlos Dalvan (Administrador do Recanto)

 

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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