Os vídeos das delações premiadas feitas pelos quadrilheiros da JBS/Friboi liberados pelo ministro Edison Fachini, relator da Lava Jato, deixam claro que as ajudas para as campanhas de pelos 16 candidatos a governadores, eleitos em 2014, entre entres Rodrigo Rollemberg (PSB) eram propinas disfarçadas de doações legais
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contrapartida pelos R$ 852.832, disfarçados de doações oficiais, para a campanha vitoriosa de Rodrigo Rollemberg, tinha o fito para que a JBS, a maior empresa de laticínios do mundo, continuasse sangrando os cofres do Distrito Federal como se sangra um boi nos seus abatedouros.
Na semana passada o governador Rodrigo Rollemberg andou negando que tenha facilitado para a Friboi continuar com seus tentáculos dentro da máquina pública como nos últimos 12 anos.
De Arruda a Rosso e de Agnelo a Rollemberg a empresa dos irmãos Batista faturou R$ 31.070.135,37 milhões com abastecimento de carne e frango superfaturados para alimentar as pobres criancinhas das escolas públicas do DF. Por trás do “bom gesto” dos referidos gestores estava os negócios ilícitos de uma empresa acostumada a roubar o dinheiro do povo brasileiro e a ganacia daqueles que acham que devem se perpetuarem no poder.
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