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Ninguem ganha de Frejat em 2018: É o único candidato ficha limpa com musculatura política, capaz de derrotar Rollemberg

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Se prevalecer o acordo feito entre Fraga, Izalci, Filippelli, Alírio Neto, Eliana Pedrosa e Jose Roberto Arruda, além de Joaquim Roriz, o médico Jofran Frejat pode se tornar um imbatível candidato a governador em 2018, para livrar a população do atraso provocado por desastradas gestões esquerdistas que dominam o poder político, por quase uma década, no Distrito Federal

 

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aletra-durante a corrida eleitoral ao Buriti em 2014 o experiente Jofran Frejat, um político de passado sem máculas, estava coberto de razão ao alertar a população no último debate na TV, que Rollemberg era o “novo Agnelo ou Agnelo de novo”.

A comparação feita por Frejat tornou-se uma realidade para os quase três milhões de moradores do Distrito Federal que sobrevivem em meio ao coas provocado por um “governo”, que fez fechar as portas de milhares de empresas, que enterrou de vez a Saúde Pública; que sucateou a Segurança; que tem tara em derrubar casas de famílias pobres  e que deu calote em servidores públicos, além de deixar que milhares de brasilienses se tornassem mais empobrecidos.

De maneiras diferentes, os impactos da gestão temerária do governo Rollemberg afeta todas as camadas da população, seja através do desemprego, falências, da alta dos custos, da desvalorização de imóveis e bens duráveis ou do retrocesso de projetos e conquistas dos servidores públicos e das empresas geradores de emprego e renda.

Ao invés de reconhecer sua mediocridade como governador do DF, Rollemberg insiste em desfilar a sua arrogância e apostar no velho ditado popular de que o povo não sabe votar ou que tem memória curta.

O resultado de uma pesquisa divulgada na semana passada, pelo Jornal de Brasília, revela que a ausência de melhorias visíveis nos serviços públicos e na economia motiva o brasiliense a desaprovar cada vez mais o governo de  Rollemberg.

O Instituto Exata de Opinião Pública (Exata OP), mostra que 72% dos brasilienses rejeitam Rollemberg. Em dezembro de 2016, a reprovação era de 68% da população.

A queda de Rollemberg aferida por pesquisas de opinião vitaminou ainda mais o grupo de oposição que tende marchar em torno de um nome livre, sem mácula, com experiência política e de gestão para tirar o DF do buraco que foi metido e elevar a autoestima do povo brasiliense.

Frejat tem repetido por onde anda a seguinte posição: “Sou homem de missão e não vou ficar brigando, fazendo cabo-de-guerra ou reclamando para que eu seja o candidato. Se o consenso for o caminho e o meu nome for o escolhido, eu topo e enfrento”. Quem venha Frejat!

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