Pressão avassaladora dos funcionários do BRB na CLDF: galerias lotadas, gritos ensurdecedores e 10 deputados derrotados na tentativa de liquidar o banco. O povo venceu.
O ex-governador do DF, preso por superfaturar o Mané Garrincha em propinas bilionárias, finge indignação com o nome Arena BRB. O estádio que ele transformou em "elefante branco" e vergonha do DF, hoje gera lucro.
O desespero no PT é palpável: pesquisas de 2026 (Atlas/Bloomberg e Paraná Pesquisas) mostram empate técnico no 2º turno, com Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula. O que era liderança folgada virou pesadelo do presidente.
O governador deixa o Buriti em 28/03 e parte para o Senado com aprovação acima de 60%! Após 8 anos transformando o DF, ele vai às urnas pela terceira vez: “Tenho muito a mostrar. A recepção nas ruas é maravilhosa!”
Rogério Morro da Cruz vira “boi de piranha” de Bia Kicis contra Ibaneis. Mesmo prestigiado com obras e cargos, escolhe a deslealdade e pode pagar caro nas urnas e no isolamento político.
Ibaneis Rocha afirma que o projeto na Câmara Legislativa do Distrito Federal não é apoio político, mas medida urgente para salvar o Banco de Brasília e garantir programas sociais e serviços essenciais à população do DF.
Arruda critica o uso do Centrad como garantia para contratação de empréstimos do BRB junto ao FGC, mas silencia sobre seu papel na origem do “elefante branco” investigado na Lava Jato. Memória curta não apaga relatórios, delações e denúncias.
Na terça, os 24 deputados da CLDF decidem o futuro do BRB. Não é disputa partidária: é emprego, DF Social, Prato Cheio e Cartão Gás em jogo. Negar o aporte pode punir servidores e milhões de famílias do DF.
Michelle Bolsonaro começa a sentir o peso do racha no clã. Acusada de ignorar a candidatura de Flávio, vê sua base no DF encolher enquanto aliados cobram lealdade e expõem fissuras no bolsonarismo local.
Bia Kicis aposta na memória curta do DF: abandona a anistia, mantém cargos no governo Ibaneis e mira o Senado para servir apenas Bolsonaro e não ao DF. Subestimar a inteligência do eleitor é um erro que costuma sair caro.