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Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Mendanha diz que vaias em Caiado, representam rejeição a um governo fraco

Publicado em

Gustavo Mendanha (Patriotas), pré-candidato ao governo de Goiás, disse neste sábado(23), durante visita à Cidade Ocidental, que a chuva de vaias que desabou sobre o governador Ronaldo Caiado (União Brasil), em evento na Cidade de Rio Verde, representa a rejeição do governo pelo que não fez no estado e pelos compromissos não cumpridos.

As vaias contra Caiado, ocorrida na semana passada, em evento que contou com a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, repercutiram no meio político como uma ação negativa contra o governador que tenta se reeleger em outubro.

Para Mendanha, as vaias refletem um alto grau de rejeição de um governo fraco que nos últimos quatro anos ainda não mostrou a que veio.

“Infelizmente o estado parou, Goiás deixou de crescer. O nosso projeto é de fazer o estado crescer com o agronegócio, com os produtores rurais, com investimento em infraestrutura, investimento na saúde, transportes, segurança e educação, principalmente na região do Entorno”, disse Mendanha.

Acompanhado por apoiadores, o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, a segunda mais importante do estado, que se descompatibilizou do cargo para disputar o governo de Goiás, fez uma vista na feira central da Cidade Ocidental na manhã de hoje.

Mendanha cumprirá até amanhã (domingo), uma extensa agenda que além da Cidade Ocidental, inclui ainda Luziânia, Novo Gama e Valparaíso de Goiás.

Para Mendanha, quem mora nas 29 cidades do Entono, região que pertence de fato a Goiás, sofre com o abandono das políticas públicas do Estado.

“O nosso compromisso é de mudar essa situação. Sendo eleito quero cuidar do Entorno como nos cuidamos de Aparecida de Goiânia”, pontuou.

*Toni Duarte é Jornalista e editor do Radar-DF, com experiência em análises de tendências e comportamento social e reconhecido nos meios jornalísticos e políticos da capital federal. Siga o #RadarDF

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