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Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

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Meme viral! Do alto do mulungu, Lula se espatifa ao chão da Sapucaí

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O “acidente” com o bonecão gigante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que se espatifou ao chão da Sapucaí,  após o desfile da Acadêmicos de Niterói, no último domingo(15), se transformou no meme mais viral da net, fato que ilustra a divisão do Brasil de 2026.

Não foi uma queda dramática durante o desfile, como muitos opositores alardearam nas redes, mas uma desmontagem rotineira na dispersão, cabeça e mão decepadas para caber na carreta de volta ao barracão.

Ainda assim, o vídeo do corpo presidencial sendo arrastado pelo asfalto como lixo simbólico explodiu com milhões de visualizações coletivas em plataformas como Instagram, TikTok e X.

Um frenesi que vai além do humor: um retrato cruel da fragilidade de imagens políticas em ano eleitoral.

 

 

O Carnaval do Rio, transformado em palanque partidário com dinheiro do contribuinte, cheirou a propaganda eleitoral disfarçada de arte.

Os números falam por si: um vídeo que mostra Lula sendo arrastado, postado por um usuário comum no X, acumulou mais de 6.986 visualizações, 626 curtidas e 126 reposts em poucas horas, e centenas de comentários como “simbólico para o que vai acontecer em outubro”.

Hashtags como #LulaCaiu e #BonecoLula dominaram os trends, misturando risos com veneno político, enquanto bolsonaristas celebravam o “gigante caído” e petistas denunciavam “maldade” e “perseguição”.

Até a Bloomberg internacional notou o burburinho, analisando como o episódio reflete reações políticas que podem abalar a agenda de Lula, especialmente em um contexto de opinião pública dividida.

Outro dado ainda mais impactante: o desfile incluiu ataques velados às igrejas evangélicas, um erro colossal para um presidente que busca a reeleição.

Lula, elevado ao “alto do mulungu” como salvador da pátria, acaba espatifado no asfalto da realidade, não por acidente, mas por uma narrativa que a oposição soube explorar com maestria.

Em ano de eleições, o maior risco não é o bonecão cair; é o governo tropeçar na própria imagem, arrastando-se perante um eleitorado cansado de espetáculos, como o de pão e circo que torrão milhões de reais do dinheiro público.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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