PMDF e Bombeiros Militares reconhecem o deputado distrital Roosevelt Vilela como o principal defensor da categoria. Pesquisa Exata OP confirma: liderança consolidada, ações concretas e valorização real. A tropa aprova.
Dubai virou o novo paraíso de golpistas e corruptos brasileiros. Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e seu cunhado Fabiano Zettel tentaram usar o emirado como rota de fuga da Justiça brasileira. Ambos presos antes de dá no pé do Brasil.
Eduardo Jorge Hiluy Nicolau, ex-Procurador-Geral do MP-MA, manifesta apoio firme aos promotores do GAECO que pediram exoneração coletiva, elogiando coragem, decência e compromisso com a Justiça diante da crise e da pressão política no Ministério Público Estadual.
Decisão judicial que bloqueia 20% do salário de Luiz Miranda impulsiona fila de pessoas, vítimas de supostos calotes atribuídos ao ex-deputado federal. Miranda reapareceu no DF para disputar vaga de deputado distrital neste ano. Ele jura, de pés juntos, que não deve a ninguém.
Felipe Belmonte aposta em manobra para empurrar Paula ao Buriti em 2026, torcendo pelo veto a Arruda. Estratégia repete erros do passado e ignora que votos não se herdam. Arruda puxa só para si e não entrega espólio político.
Chico ergue novamente a bandeira contra um suposto “cartel da gasolina” no DF, agora com aumento de R$0,10 no ICMS aprovado pelo Confaz de Fernando Haddad. Antes culpava o “Capiroto” Bolsonaro; hoje o “Sapo Barbudo” escapa ileso do discurso do distrital.
Prometeu santidade em Roma, fez juras diante da Basílica de São Pedro e falou em novo homem. Mas, de volta ao Brasil, Arruda encontrou menos fé e mais papel timbrado: para a PGR, milagre não apaga ficha suja nem ressuscita candidatura.
Sob a mira da CPMI do INSS, o vice-líder do governo no Senado, Weverton Rocha (MA), enfrenta o pior momento político da carreira. Investigação da PF, queda nas pesquisas e a revolta de aposentados roubados transformam a reeleição em um caminho de incertezas.
A agonia de Bolsonaro no cárcere, somada aos aplausos de Lula, pode gerar comoção nacional. Num Brasil movido pela emoção, a dor mobiliza votos e pode virar o jogo contra o presidente petista em 2026, apesar das pesquisas indicarem o contrário hoje.