A seis meses das eleições, a esquerda brasiliense vive impasse total: Ricardo Cappelli (PSB), o forasteiro que confunde Estrutural com Ocidental de Goiás, e Leandro Grass (PT), que não desperta entusiasmo nem na própria "militância".
Estelionato político virou método: a Justiça Eleitoral só age depois do golpe no dinheiro público. Ainda estamos no início de 2026, mas os candidatos da enganação já fazem campanha aberta, mesmo inelegíveis, enquanto o eleitor mais uma vez será vítima da farsa e dos farsantes.
Arruda tenta colar a governadora Celina no caso Master, mas “esquece” um detalhe curioso: sua ex, hoje casada com o banqueiro preso Augusto Lima, ex- sócio de Daniel Vorcado, dono do ex-banco, o deixa bem próximo do “clube”. Isso o inelegivel não conta.
Celina Leão (PP) monta uma poderosa aliança partidária no DF com o aval de Michelle Bolsonaro e do ex-presidente Jair Bolsonaro. O objetivo é claro: construir um robusto palanque para Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República em 2026.
Após encontro com mais de dois mil idosos, articulado pelo deputado Roosevelt Vilela, a governadora Celina Leão assume como prioridade políticas públicas para garantir dignidade, proteção e qualidade de vida à pessoa idosa no DF.
Deputado distrital Thiago Manzoni (PL) vive em dupla personalidade: de dia desfila como bolsonarista fervoroso. À noite, vira aliado da esquerda, ajudando a oposição ferrenha ao governo conservador de Celina Leão (PP). Oportunismo puro.