Até agora o governo de Brasília não tomou nenhuma posição sobre se vai rescindir ou não o contrato com a empresa JBS que entre setembro de 2014 a julho de 2015 abasteceu a Secretaria de Educação com carne necrosada que foi parar nos pratos dos alunos da rede pública do Distrito Federal
![]()
esmo com a auditoria feita pelo Tribunal de Contas, publicada em julho do ano passado, que detectou o fornecimento de carne impropria para o consumo, no entanto o governo de Brasília continuar pagando um contrato de R$ 22.859.350.
O deputado Raimundo Ribeiro (PPS), disse que o governo Rollemberg tem produzido um festival de besteiras e que perde a oportunidade de rescindir o contrato com a JBS/Friboi “cujos donos revelaram que o governador foi um dos beneficiados com uma propina de R$ 852.832, disfarçados de doações oficiais de campanha”.
Para Ribeiro, o governador deveria ao menos ter respeito pelas centenas de crianças da escola pública que foram obrigadas a se alimentar com um produto impróprio para o consumo. “Se insiste em proteger os negócios da Friboi é porque admite que está no bolso da referida empresa como revelou o delator Ricardo Saud”, disse Ribeiro.

- Celina reúne mega-aliança com 12 partidos e reforça unidade para reeleição
- DF: Vozes da Comunidade discute moradia e política no “Sabatinão do Povo”
- Roosevelt Vilela propõe lei que fortalece mídias alternativas no DF
- PL antifacção deixa de fora “andar de cima” do crime, diz Sarrubbo
- Fred Linhares propõe punição mais dura para omissão de socorro filmada

