O cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto conhecido como “maniaco de Planaltina, foi condenado na última segunda-feira(18), a 33 anos de prisão por homicídio quintuplamente qualificado, estupro e omissão de cadáver.
Os crimes foram contra a empregada doméstica Genir Pereira de Sousa, em junho de 2019. O homem foi julgado pelo Tribunal do Júri de Planaltina, três anos após o ocorrido.
De acordo com o Tribunal de Justiça do DF (TJDFT), a votação do júri foi encerrada por volta de 1h.
Foram ouvidas quatro testemunhas da acusação e quatro da defesa. Marinésio também foi interrogado por 90 minutos.
As qualificadoras do homicídio aceitas pelos jurados foram motivo torpe, uso de meio cruel, dissimulação, tentativa de assegurar a impunidade de outro crime, e feminicídio.
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Apontado como “maníaco em série”, Marinésio já foi condenado pelo feminicídio da advogada Letícia Curado, que ocorreu no mesmo ano, além de uma série de crimes contra mulheres.
O corpo de Genir foi encontrado em uma região entre Planaltina e o Paranoá, no dia 12 de junho de 2019.
Marinésio Olinto foi ligado a uma série de crimes sexuais, envolvendo, pelo menos, 11 mulheres em Brasília.

