Está aberta desde maio deste ano, uma nova janela para os servidores migrarem do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) para o Regime de Previdência Complementar (RPC). A proposta fecha em 30 de novembro.
Sãos diversas as pessoas que podem ter alguma vantagem, de acordo com Cristiano Heckert, presidente da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp-Exe).
A pesquisa é realizada, com base no contingente de pouco mais de 290 mil servidores do Executivo em condições de migrar, detectou que aproximadamente 100 mil pessoas seriam beneficiadas.
Heckert defende que os servidores façam as contas para comparar os dois regimes. Segundo ele, o funcionário público que aderir à Funpresp, receberá o benefício de três fontes, quando se aposentar.
Primeiro será o RPPS, ou seja, a pessoa que contribui com 11% até 22% do salário ou da aposentadoria para receber o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), de R$ 7.087,22.
Como todos os que migrarem vão receber o benefício do RPPS limitado ao teto, a contribuição será de até 14%.
Já a Funpresp, pagará a aposentadoria complementar referente ao montante aplicado pelo servidor e pela União.
Para cada real, o governo federal deposita o mesmo valor, limitado a 8,5% da diferença entre o teto do INSS e o salário do servidor.
E por fim, também tem a opção do Tesouro Nacional, que pagará o Benefício Especial. O montante será corrigido pela inflação a partir da migração, que pode fazer diferença conforme o tempo de contribuição.