Beneficiários do Pé-de-Meia poderão escolher como investir e manter na poupança ou ser aplicado no Tesouro Selic. A parceria é da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Caixa Econômica Federal e Ministério da Educação e a B3.
Desde novembro a parceria está em funcionamento por meio do aplicativo Caixa Tem e, desde então, 50 mil estudantes brasileiros beneficiários do programa Pé-de-meia já estão investindo em Tesouro Direto.
O Pé-de-Meia beneficia cerca de 4 milhões de estudantes por meio de um incentivo financeiro-educacional do governo federal.
Antes, o dinheiro recebido por meio do programa só podia ser aplicado na poupança. Agora, com essa parceria, os estudantes vão também poder aplicar esses recursos no Tesouro Selic.
“Esta é mais uma iniciativa de educação financeira misturada com inclusão”, disse o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron.
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Assim como na poupança, os rendimentos do Tesouro Selic vão variar conforme as condições do mercado, mas sem risco de perda do investimento. Segundo o secretário, o Tesouro Selic foi atrelado à Selic para “ser uma porta de entrada segura e não gerar algum tipo de perda” para os estudantes.
A opção pelo tipo de investimento e o acompanhamento da rentabilidade da aplicação e da evolução dos rendimentos poderão ser feitos pelo aplicativo Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal.
Pé-de-Meia
Criado em 2024 pelo Ministério da Educação, o Pé-de-Meia é voltado a estudantes do ensino médio da rede pública de baixa renda, que recebem um incentivo financeiro para concluírem os estudos.
O programa funciona como uma poupança para os estudantes de baixa renda do ensino médio, com o objetivo de promover a permanência e a conclusão escolar nessa etapa de ensino.
O beneficiário do Pé-de-Meia ainda recebe R$ 1 mil ao final de cada ano concluído, que só podem ser retirados da poupança após a formatura no ensino médio.

