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“ROLLEMBERG CALOTEIRO”: Com esse slogan, professoras aposentadas da rede pública decidiram continuar acampadas no Buriti

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Foto: Deva Sinpro

Quatorze professoras aposentadas vão continuar acampadas na porta do Buriti sem data para . Elas afirmam que só deixarão o local depois que o governo pagar a pecúnia referente às licenças que deveriam receber no ano passado.

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letra-são mais de 1.400 professores da Secretaria de Educação que deixaram de usufruir desde o início da carreira a licença premio e já fora da atividade não receberam o que tem direito. Os professores não gozaram das licenças porque a Secretaria de Educação não se organizou para chamar professores suficientes para ocupar a vaga dos licenciados.

“Isso obrigou os profissionais continuarem na sala de aula quando deveriam gozar as férias que todo o trabalhador tem garantido em lei”, disse a diretora do sindicato dos Professores do Distrito Federal Roselene Correia.

Ontem, o secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio conversou com as professoras afirmando que o governo reconhece a dívida, mas que não tem recursos para pagar as indenizações devidas.

rosilene-sinpro“Essa história para boi dormir já vem se arrastando ao longo do ano. Isso tem limite. Foi por isso que a categoria elegeu Rollemberg como  governador caloteiro. Além de aplicar o calote nos aposentados deu também o calote nos professores da ativa por não pagar o reajuste que deveria ser pago no passado”, afirmou a representante do Sinpro-DF.

Ela conta que em 2015 foi pago a indenização dos que se aposentaram até o mês de junho. De lá para cá esses valores ficaram acumulados o que prejudicou mais de 1. 400 professores.

Segundo a sindicalista o governo vem embromando com esse compromisso e a categoria chegou ao limite. “Já foram feitas várias reuniões, mas o governo nunca cumpre acordos. Por isso tomamos a decisão de permanecer na porta do governador para que sejamos enxergados”, disse.

Roselene Correia informou ao Radar que a categoria dos professores marcou uma assembleia para o dia 13 de fevereiro do próximo ano na abertura das aulas. “Desta vez os professores não vão brigar apenas pelo reajuste 3.7 que deveria ser pagos no ano passado. Agora, vamos brigar por mais coisas”, disse.

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