O ASSUNTO É

PROPINA EM NOME DA LEI : Promotor do Ministério Público é suspeito de receber propina para regularizar condomínios

Publicado em

1 . 2PROPINA EM NOME DE LEIUm promotor de justiça foi denunciado pelo Ministério Público por receber propina para regularizar condomínios com problemas ambientais. De acordo com a investigação realizada pelo próprio MP, Marcelo Petry e o assessor dele, Luciano Poglia, recebiam parte do dinheiro que os proprietários pagavam a um biólogo a título de consultoria.

Pelo menos 28 moradores teriam pago quantias em dinheiro a intermediários que procuravam pessoas autuadas pela polícia ambiental. A denúncia foi feita pelo procurador-geral de Justiça, Eduardo de Lima Veiga.

1 . 2PROPINA EM NOME DE LEIUm promotor de justiça foi denunciado pelo Ministério Público por receber propina para regularizar condomínios com problemas ambientais. De acordo com a investigação realizada pelo próprio MP, Marcelo Petry e o assessor dele, Luciano Poglia, recebiam parte do dinheiro que os proprietários pagavam a um biólogo a título de consultoria.

Pelo menos 28 moradores teriam pago quantias em dinheiro a intermediários que procuravam pessoas autuadas pela polícia ambiental. A denúncia foi feita pelo procurador-geral de Justiça, Eduardo de Lima Veiga.

De acordo com a investigação, os supostos crimes ambientais ocorriam no entorno da usina hidrelétrica do Rio Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Ainda conforme a investigação do MP, o esquema funcionava da seguinte forma: o promotor conseguia da polícia os relatórios apontando os supostos crimes ambientais em condomínios do entorno da usina. Depois, os intermediários procuravam os moradores garantindo solução para o problema.

O próximo passo era levar essas pessoas até o MP para assinar Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), encerrando os procedimentos. Pelo serviço, eles cobravam até R$ 500 mil, que eram divididos com o promotor e o assessor dele. Atualmente lotado em Erechim, Marcelo Petry está com as atividades suspensas.

A principal testemunha do esquema era o biólogo Marcos Cezar Carabagialle, responsável por procurar agricultores para oferecer a suposta consultoria. Ele fez acordo de delação premiada e disse que recebeu uma lista com nomes e telefones de pessoas que praticaram crimes ambientais. Na casa dele foi apreendida parte da contabilidade do esquema. Ao lado da palavra “promotor” aparece o valor de R$ 500. Esta é a segunda denúncia criminal enfrentada por Petry.

Fonte: G1

 

Siga o perfil do Radar DF no Instagram
Receba notícias do Radar DF no seu  WhatsApp e fique por dentro de tudo! Entrar no grupo

Siga ainda o #RadarDF no Twitter

Receba as notícias de seu interese no WhatsApp.

Leia também

Setor de embalagens de papel registra recorde de vendas em abril

De acordo com a Associação Brasileira de Embalagens em Papel (Empapel), o setor comercializou 358.786 toneladas de embalagens, o maior volume já registrado para...

Mais Radar

Parque da Cidade ganha pista de alta velocidade

Brasília ganha, nesta quarta-feira (3), mais um equipamento voltado à prática...

Semob inicia auditoria no transporte público do DF e anuncia pesquisa de satisfação dos usuários

A Secretária de Transportes e Mobilidade do DF (Semob), Sandra Holanda...

Hemocentro de Brasília lança programação do Junho Vermelho

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) lança a programação do Junho...

Programação especial celebra Semana do Meio Ambiente 2026

A Polícia Militar do Distrito Federal, por meio do Batalhão de...

Na Sua Hora supera 3 mil atendimentos e amplia serviços públicos

O projeto Na Sua Hora ultrapassou a marca de 3 mil...

Últimas do Radar

Receba as notícias de seu interese no WhatsApp.