O Observatório de Práticas Integrativas em Saúde chegou no Distrito Federal, nessa segunda-feira (6). O espaço proporciona um mapeamento das técnicas oferecidas na capital, bem como a capacitação de novos facilitadores.
Com o apoio da Câmara Legislativa do DF (CLDF), a iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Saúde do DF (SES) e a Universidade de Brasília (UnB). O trabalho será feito por professores e estudantes da UnB.
“O objetivo é ampliar e fortalecer as práticas integrativas”, define a professora Josenaide Engracia dos Santos, doutora em ciências da saúde e, agora, coordenadora do novo observatório.
As práticas integrativas na rede incluem 17 modalidades, como acupuntura, shantala, meditação e yoga, ofertadas pela SES desde 2014, oferecidas como métodos complementares ou alternativos de tratamento. O projeto tem parceria também com os servidores da SES.
“São técnicas transversais a todos os níveis de atenção e trazem melhorias na promoção da saúde”, diz o subsecretário de Assistência Integral à Saúde, Maurício Fiorenza.
Ainda é esperada a formação de mais servidores da SES, inicialmente tendo como foco a região de Ceilândia. Futuramente, o projeto será expandido também para o Entorno do DF.
“Quem fizer a qualificação no observatório vai levar a assistência por onde estiver”, avalia o gerente de Práticas Integrativas da SES, Cristian da Cruz.
A formação em terapia comunitária integrativa envolve 240 horas e tem sido ofertada a servidores de diferentes áreas, como professores, psicólogos e enfermeiros, entre outros. Nesse caso, a prática consiste na promoção do diálogo e na busca por soluções coletivas para problemas enfrentados por todo um grupo.

