O Museu de Ciências Naturais do Zoológico de Brasília voltou a receber visitantes neste sábado (16), após reforma do espaço expositivo, ampliação da acessibilidade e reorganização do acervo.
No evento, também foram inaugurados um espaço esportivo, banheiros reformados, a apresentação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Zoológico (Pdot) e o lançamento do programa Tratador Mirim.
“O zoo é um ambiente de memória. A gente se lembra da família, dos pais, dos amigos, dos piqueniques. Esse espaço vem para realçar essa memória, com animais taxidermizados, todos reais, e experiências para a criançada e para toda a família”, destaca secretário de Meio Ambiente, Rafael Santana.
Criado em 1994, o Museu de Ciências Naturais é uma das estruturas de educação ambiental mais tradicionais do Zoológico de Brasília.
Entre as principais novidades está o esqueleto da girafa Yvelize, que viveu no Zoológico até 2018 e morreu aos 7 anos, após uma cirurgia de emergência para tratar uma torção intestinal.
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Além de animais taxidermizados, o local tem esqueletos e materiais conservados em meio líquido, permitindo ao público conhecer características de espécies nativas e exóticas, bem como temas ligados à biodiversidade, à evolução dos vertebrados e à conservação da fauna.

