Nas 27 estações metroviárias do Distrito Federal, em 2022, foram registrados 16.923 mil atendimentos às pessoas que dependem de auxílio para embarcar ou desembarcar. Até setembro desde ano, o número foi de 13.200 acompanhamentos e monitoramentos.
Os metroviários desenvolveram um protocolo para oferecer o serviço de acompanhamento especializado às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Ano a ano, esse protocolo é aperfeiçoado para atender cada vez melhor as necessidades das pessoas com deficiência.
Os passageiros são recepcionados no acesso das estações metroviárias por um empregado operacional.
No primeiro contato, o agente de estação se identifica e informa ao Centro de Monitoramento da Segurança (CMS), que fica na sede do Metrô-DF, dados sobre o embarque, a estação de destino e o tipo de auxílio necessário.
Além do acompanhamento do trem por meio do monitoramento, os operadores do CMS fazem contato com a estação de destino, repassando os dados. Há um aviso sonoro no sistema quando o trem se aproxima do destino.
“Mesmo quando o passageiro dispensa o auxílio, nós monitoramos seu embarque, porque é importante saber que temos no sistema uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida caso haja alguma intercorrência durante a viagem ou se houver a necessidade de evacuar algum trem, por exemplo”, explica a gerente de Segurança Operacional do Metrô-DF, Paula Camargo.

