O ASSUNTO É

GOVERNO ROLLEMBERG DESVIA DINHEIRO DA PMDF, “QUEBRA” O SISTEMA DE SAÚDE E DEIXA POLICIAIS SEM ASSISTÊNCIA MÉDICA

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1ATENDIMENTOMEDICOPMO governador Rodrigo Rollemberg mandou suspender temporariamente alguns convênios com clínicas de Exames Laboratoriais e Radiologias que atendem policiais militares e seus dependentes com a justificativa de contenção de gastos. De um total de 280 milhões de reais destinados à Saúde na PM, 100 milhões foram contingenciados pelo governo. Ninguém sabe pra onde está indo o dinheiro.

                                                                   

LETRA Aprática abusiva inaugurada durante o governo Agnelo Queiroz, segue no governo Rollemberg sem que o Tribunal de Contas tome iniciativas para pôr fim ao martírio de quem depende de atendimento médico no Centro Médico da PMDF e clínicas conveniadas.

Em outubro do ano passado, o atendimento à categoria foi suspenso nos hospitais Santa Helena (Asa Norte) e Maria Auxiliadora (Gama). As empresas reclamavam que tinham R$ 50 milhões a receber do GDF e da Polícia Militar, referentes a serviços prestados nos anos de 2014 e 2015. Após muita pressão dos segmentos militares a situação foi contornada e os convênios reativados.

Agora a situação voltou a se agravar pela falta de repasses sob a alegação de “contenção de gastos” que, segundo a PM, chegará a uma economia de 80 milhões de reais. A PMDF recebe recursos federais oriundos do Fundo Constitucional do DF e que tem dentre suas finalidades manter esse órgão em todas as suas áreas, de custeio e investimento a de pessoal.

Além disso, cada policial tem descontado em seu contracheque mensalmente o valor de R$ 49,51 reais referentes ao Fundo de Saúde, que somado chega a mais de 1 milhão de reais mensais entre ativos e inativos.

Segundo a PMDF, de um total de 280 milhões de reais destinados à Saúde na PM, 100 milhões foram contingenciados pelo governo. “Onde estão esses recursos? Está havendo uma gestão competente para evitar esses constrangimentos? Tem o governo autonomia para desviar ou contingenciar recursos predefinidos do Tesouro Nacional?”, são questionamentos que vem sendo feitos dentro da tropa.

Apesar da sangria escancarada dos recursos da PMDF, no entanto, órgãos de controle como o Tribunal de Contas e Ministério Público de Contas do DF se fingem de mortos sobre os casos escancarados de desvios das finanças da PMDF. O presidente do TCDF, Renato Rainha, está sendo cobrado a dar uma resposta aos mais de 90 mil policiais e dependentes entre ativos e inativos que dependem de atendimento médico.

Da Redação Radar

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