Com uma folha de pagamento pesada para manter 900 funcionários e sem ter como pagar uma dívida de R$ 1 bilhão, a Companhia Energética de Brasília (CEB) realizará assembleia-geral nesta terça-feira (13) para deliberar sobre a privatização da empresa deficitária.
A gritaria de políticos e sindicalistas, que não querem perder a mamata nababesca, e que criam o discurso de que a venda da Companhia Enérgica de Brasília (CEB) causará aumento na conta de luz do consumidor, já não convence os milhares de pagadores de impostos que são obrigados a sustentar uma empresa pública endividada e que presta um péssimo serviço a população.
A CEB deve R$ 1 bilhão, dívida provocada pelos maus gerenciamentos continuados e que juntou no mesmo pacote, esquemas de propinas em licitações ocorridos no passado.
A empresa sangra financeiramente com os altos salários, e também amarga um enorme prejuízo com o furto de energia causado por milhares de ligações clandestinas que geram prejuízo de R$ 90 milhões por ano.
Os maus negócios e seus subsequentes prejuízos contabilizados ao longo dos anos foram sempre cobertos pelo cofre público.
- Nova regra exige registro digital de hóspedes em hotéis do DF
- Programa fortalece autonomia feminina e beneficia mais de 12 mil mulheres no DF
- Leilão com veículos apreendidos será no dia 29
- Centros da Mulher Brasileira abrem vagas para cursos gratuitos
- Escolas públicas refletem arquitetura moderna de Brasília
Ou seja, os déficits operacionais terminam sendo pagos via impostos dos desavisados cidadãos.
Políticos de oposição ao governo atual, esbravejam contra a privatização da CEB que nunca foi um patrimônio de todos, mas apenas de alguns grupos interessados.
O Sindicato dos Urbanitários do Distrito Federal tentou suspender a Assembleia-Geral Extraordinária (AGE) da (CEB), marcada para amanhã, mas o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) entendeu diferente e não acatou o pedido.
Os acionistas vão votar na AGE a venda da CEB. Se a proposta for aprovada pela maioria, a companhia será leiloada por R$ 1,424 bilhão, em 13 de outubro.

