O Governo do Distrito Federal (GDF) vem ampliando serviços que, historicamente, haviam ficado concentrados no Plano Piloto. A expansão alcança hoje diversas regiões administrativas e envolve mobilidade urbana, segurança pública e sinalização viária
O impacto é direto no número de usuários, no investimento público e na rotina da população desde 2019.
Quatro frentes ajudam a ilustrar esse movimento: o transporte de vizinhança (Zebrinha), as placas de endereçamento histórico, a instalação de delegacias especializadas fora da área central e a ampliação do sistema de patinetes elétricos compartilhados.
O sistema de patinetes elétricos compartilhados conta atualmente com 2.700 veículos distribuídos por oito regiões, como Plano Piloto, Guará, Águas Claras, Gama e Taguatinga. Até dezembro de 2025, foram registradas mais de 1,1 milhão de viagens, com cerca de 264 mil usuários cadastrados.
O Zebrinha atende 17 regiões administrativas e transporta cerca de 20,7 mil pessoas por dia. O serviço opera com 68 veículos e funciona como ligação interna nos bairros e integração com linhas de ônibus e o metrô.
Com investimento de R$ 70 milhões, o GDF levou às 35 regiões administrativas o modelo de placas de endereçamento que é símbolo de Brasília. São cerca de 50 mil placas instaladas em cidades como Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho, Guará e Samambaia.
Criadas pelo arquiteto e designer Danilo Barbosa, as placas são produzidas pelo DER-DF, com média mensal de 250 unidades de endereçamento e até 600 peças rodoviárias. O projeto integra, desde 2012, o acervo permanente de arquitetura e design do MoMA, em Nova York.

