O ASSUNTO É

É CONSENSO: DEPUTADOS NÃO VÃO DEIXAR OS DELES NA RETA POR CAUSA DE ROLLEMBERG

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Os mais de 2 milhões de contribuintes do Distrito federal voltaram seus olhos direcionados ao 24 deputados distritais que estão com a incumbência de aprovar ou rejeitar o pacote de medidas enviado pelo GDF que visa arrancar mais dinheiro da sacrificada população para encher o saco sem fundo do Governo de Brasília. A pressão popular contrária ao aumento de impostos é grande.

Entre os 24 deputados distritais que compõe a Câmara é consenso de que ninguém está disposto a votar a favor de propostas que visam o aumento de impostos como o IPTU, um dos itens principais do conjunto de medidas.

Os deputados garantem que o pacote não será votado até o dia 2 de outubro, prazo máximo para que os reajustes de impostos passem a valer em 2016, como exige Rollemberg.

O Radar apurou que nem mesmo o líder do governo na Câmara, Júlio César (PRB), concorda com o aumento de impostos e diz abertamente que não tem como defender a aprovação integral das medidas.

O distrital anda chateado com o GDF e fala em deixar a liderança do governo. A gota d’água para o desanimo do líder estaria no fato de não ter sido convidado por Rodrigo Rollemberg para tomar ciência prévia do teor do pacote de medidas.

De acordo com o projeto enviado a Câmara, o item que trata da redução de Secretarias atinge diretamente o seu partido, o PRB, que perde a Secretaria de Esportes comandada por Leila Barros. Julio Cesar se sente traído por não ter participado dessa discussão feita no apartamento de Teresa Rollemberg, mãe do governador.

Além de Rollemberg, apenas o secretário da Casa Civil Sergio Sampaio e o ex-secretário Helio Douyle decidiram quantas secretarias permaneceriam na nova estrutura e quais as que deveriam sumir do mapa.

O deputado Di Lira (PHS) que é da base do governo confessou ao Radar que não concorda com o aumento de impostos e avisou que irá votar contra. Disse que uma forte pressão em São Sebastião, sua base eleitoral exigindo que ele vote contra o aumento de impostos.

Joe vale (PDT), afirma que o pacote terá que ser aberto para ser debatido item a item. Ele não concordo com o aumento de impostos e ver como a melhor alternativa se o governo aumentar pela base para que o setor produtivo possa se ampliar dando mais condições para abertura de empresas.

“Esse pacote enviado pelo governador é um fardo pesado e não existe clima para ser aprovado integralmente. O DF tornou-se um estado pesado e caro para o bolso da população que não tem a contrapartida de uma boa saúde, uma boa segurança, uma boa educação publica e um bom transporte coletivo”, afirmou Joe Valle.

Ao analisar o pacote de medidas , o deputado Chico Vigilante PT diz que a maioria das propostas é só para arrancar mais dinheiro da população. Ele lembrou que no inicio do ano a Câmara aprovou 50% na conta de energia. “Agora Rollemberg quer que se aprove mais 32,5% na taxa de iluminação publica, 40% na taxa de limpeza, 20% de IPTU o que se torna ao final uma conta muito salgada para a população. Isso é inaceitável”, afirmou ele adiantando que o seu partido votará contra esses aumentos.

Da Redação Radar

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