O Distrito Federal terá o primeiro posto de identificação especializado para pessoas com deficiência e famílias atípicas. A sala funcionará na Delegacia da Criança e do Adolescente II (DCA II), em Ceilândia.
Será oferecido acolhimento diferenciado no momento da emissão de documentos, como carteiras de identidade, respeitando as especificidades sensoriais e comportamentais dos usuários.
A ação faz parte do projeto “Apoio Integrado às Famílias Atípicas: Fortalecendo Pais e Cuidadores e Sensibilizando a Polícia Civil do Distrito Federal”, lançado oficialmente no evento dessa quarta.
A iniciativa é coordenada pela Divisão Integrada de Atendimento à Mulher (Diam) e busca criar uma cultura institucional mais inclusiva, acessível e empática dentro da PCDF.
A nossa função é proteger e acolher. Um simples tratamento diferenciado pode ser o ponto decisivo entre uma pessoa se sentir protegida ou vulnerabilizada”, afirma Karen Langkammer, diretora da Diam.
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Entre as propostas estão capacitação de policiais civis, adaptações físicas nas unidades policiais e produção de materiais educativos sobre comunicação não verbal, direitos das pessoas com deficiência e condutas adequadas no atendimento.
O projeto prevê ações internas, voltadas a servidores e familiares atípicos, e ações externas, para aprimorar o atendimento ao público.

