O ASSUNTO É

AGEFIS QUER DEBATER GRILAGEM DE TERRAS NO DF. QUE TAL COMEÇAR PELA GRILAGEM OFICIAL DA TERRACAP?

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agrilagem1Grilagem de terras: uma questão de demanda social ou de especulação imobiliária? Com certeza o palestrante desse tema, o secretario de Gestão do Território e Habitação, Thiago Andrade, não irá dizer que dentro da Terracap encontra-se o maior escândalo de grilagem de terras no Distrito Federal.

                                                               

LETRA Inúmeras ações transitam nas cortes de justiça onde a imobiliária do governo posa de réu sob a acusação de esquentar escrituras dentro dos cartórios de registros de imóveis como ocorreu no cartório de Planaltina com as terras pertencentes ao espolio de Joaquim Marcelino de Sousa.

Imagina o secretário de Rollemberg afirmar que é um escândalo a Terracap querer garfar na cara dura os 2.812 hectares da fazenda Brejo ou Torto para entregar as construtoras JC. Gontijo e OAS? O seminário é fechado e só tem direito a participação quem é servidor público.

Além de Thiago Andrade da Segth e Bruna Pinheiro presidente da Agefis, de André Lima – Secretário de Estado do Meio Ambiente e de Márcia de Alencar Araújo – Secretária de Estado da Segurança Pública e da Paz Social. O representante da OAB irá participar com direito a voz por ser membro do Fórum de Distrital de Regularização Fundiária no cargo de vice-presidente.

Discussão sobre a venda de terrenos pelo Governo de Brasília em área de Proteção Ambiental, como é o caso de alguns lotes que serão entregues ao Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) para quitar a divida de R$ 1,2 bilhão, sacado para pagar os salários dos servidores no ano passado.

O expositor André Lima, secretário de Estado do Meio Ambiente vai pular essa parte. O secretario também não vai tratar do assunto das derrubadas na orla do Lago Paranoá onde obras estavam sendo feitas por Rodrigo Rollemberg sem nenhum projeto de impacto ambiental e sem consulta popular como manda a regra. Aliás, a justiça determinou que o GDF se abstivesse de continuar os trabalhos da construção de uma pista por conta de uma ação popular que transita no Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Já a secretária de Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar Araújo não vai está nenhum pingo interessada de explicar por que presos da Papuda estão sendo utilizados em trabalhos violentos como o de derrubar casas habitadas por famílias pobres na periferia do DF usando marretas fornecidas pela Agefis.

Márcia de Alencar também não tem como explicar como depois de quase 1 ano e meio de governo Rollemberg, que faz uma intensa campanha milionária no combate a grilagem de terras no DF , até hoje não existe um só grileiro atrás das grades. Seminário fechado como essa não pode ser sério.

Da Redação Radar

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