Na pressa de furar a fila de vacinação contra a Covid 19, determinada pelo Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, políticos e empresários mineiros foram imunizados com vacina falsa feita de soro fisiológico.
Eles pagaram R$ 600 para receber o imunizante fake. O golpe foi aplicado pela enfermeira Cláudia Mônica Pinheiro Torres de Freitas, sem registro Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (Coren-MG).
Bares, restaurantes, eventos e comércio podem voltar a fechar a partir desta quinta (1º)
Ontem, a Polícia Federal apreendeu e encaminhou para a perícia criminal, diversas seringas, unidades de soro fisiológico e até um comprovante de vacinação de suposto imunizante da Pfizer, imunizante ainda não disponível no País.
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A enfermeira foi conduzida para a Superintendência da Polícia Federal. Em depoimento ela confessou ter obtido os supostos imunizantes de forma ilegal. O filho dela também prestou depoimento.
Uma clínica em Belo Horizonte foi alvo de buscas da Polícia Federal.
Uma das suspeitas é que as vacinas sejam falsas, o que cabe a perícia criminal analisar. Outra possibilidade é que sejam verdadeiras e que tenham sido desviadas do Ministério da Saúde ou importadas ilegalmente.


