Ainda não acabou o julgamento que iniciou na manhã desta terça-feira (23/04), de Guilherme Lozano Oliveira, de 26 anos, ex-skinhead, que matou Kely Cristina de Oliveira, de 45 anos e escondeu os restos mortais dentro de uma geladeira do apartamento em que moravam, na zona norte de São Paulo. Ele pode ser condenado a mais de 50 anos de cadeia
Postado por RADAR-DF
O crime ocorreu em 2015. A professora Kely Cristina de Oliveira tinha 44 anos quando foi morta pelo sobrinho na casa onde os dois moravam na Zona Norte de São Paulo.
Guilherme confessou ter dado um mata-leão, golpe de jiu-jitsu, no pescoço da vítima após se desentender com ela.
Segundo as investigações, Guilherme Lozano Oliveira, de 26 anos, após matar a tia escondeu os restos mortais dentro de uma geladeira do apartamento em que moravam, na Vila Gustavo, zona norte da capital.
Ele confessou o crime.
- Câmara reconhece hip hop como manifestação da cultura nacional
- TSE atualiza aplicativo e-Título e libera novas funcionalidades
- Alertas de desmatamento na Amazônia caem 35% em junho de 2026
- Publicidade de bets terá aviso sobre risco de dependência e perdas
- Férias escolares de 2027 terão novas datas por causa da Copa Feminina
O criminoso morava com a tia há alguns meses e o pai do rapaz estranhou que não via a irmã há alguns dias. Toda vez que questionava o filho da ausência dela, ele justificava que ela estava viajando.
O pai do homem decidiu, então, ir até o apartamento para saber o que acontecia.

Quando chegou ao local, o filho disse que a tia não queria vê-lo. Insistente, o homem invadiu o apartamento e descobriu que o corpo de sua irmã estava em uma mala dentro de um freezer.
Guilherme Lozano é autor de outro homicídio. Ele já tinha sido condenado a 15 anos de prisão, em 2014, por matar um punk com facadas na barriga em 2011, mas foi liberado por não representar perigo para a sociedade.

