Os bandidos arrancam cabos elétricos, derrubam postes e roubam até transformadores. Uma situação cada vez mais insustentável praticada por "ladrões pebas", em várias regiões do Distrito Federal. A Polícia Civil não descobre nada. O prejuizo cai nas costas da população consumidora, que fica sem energia elétrica por longos períodos.
O presidente Lula entrou em campo para tentar aprovar o novo arcabouço fiscal, mas exigiu lealdade e o endosso do PT, presidido por Gleisi Hoffmann. Uma parte de deputados e senadores petistas não aceita as alterações feitas pelo relator Cláudio Cajado (PP-BA) em comum acordo com o ministro Fernando Haddad.
O governo do Maranhão está investindo pesado no turismo, para propagar as belezas culturais, arquitetônicas e naturais do estado. O governador Carlos Brandão fez questão de falar aos operadores de turismo, em São Paulo, que São Luis faz o maior São João do mundo.
Ele disse ao RadarDF, que a mesa de negociação reaberta pelo GDF, mediada pela Câmara Legislativa, precisa fechar um acordo rápido que garanta uma melhoria dos salários; a reestruturação da carreira de magistério público com incorporação de gratificação.
Definitivamente, o presidente Lula terá que fazer a tarefa de alguns de seus ministros, que não conseguem melhorar a relação com o Congresso Nacional. Derrotas sofridas no Legislativo, por falta de conversa, irrita o presidente. Agora, Lula não consegue fazer valer a sua vontade de emplacar, sozinho, o nome do seu advogado como ministro do STF.
Nos quatro dias úteis da greve dos professores, que iniciou na última quinta-feira(04), o enfraquecimento da paralisação já era visível. Ficou inda pior, após o TJDFT decretar a ilegalidade do movimento, que causa prejuízos irreparáveis aos milhares de alunos pobres da rede pública de ensino.
De acordo com a defesa do ex-ministro, ele quebrou o silêncio e respondeu todas as perguntas sobre as blitze feitas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no segundo turno das eleições de 2022.
A justiça decretou a ilegalidade da greve nas escolas públicas do DF. Mas o Sinpro, sindicato da categoria, ignora a decisão e diz que vai manter o movimento. Quem fica no prejuízo, com tal radicalização, são os mais de 500 mil alunos da rede pública: sem estudo e sem comida nas escolas. Uma lástima!
Uma greve política e irresponsável. É assim que está sendo vista a paralisação dos professores do Distrito Federal, que renega à mesa de negociação com o governo, para trilhar pelo caminho mais fácil: o da terra arrasada., empancar o futuro de mais de 500 mil alunos da rede pública de ensino sem dá a mínima para suas famílias
Dizem que o legislativo de uma cidade ou de um Estado é a "caixa de ressonância" de um povo. Aqui no DF, parte dos nobres deputados acha que são federais, se esquecendo que foram eleitos para debaterem a pauta da população local.