A decisão do GDF de não reajustar as passagens de ônibus em 2024, é um dos benefícios obtidos com a privatização da Rodoviária do Plano Piloto. A medida, aprovada pela CLDF, vai proporcionar, segundo Ibaneis Rocha, melhorias no sistema da mobilidade urbana e na qualidade de vida dos brasilienses.
A luta pela regularização fundiária do DF é uma das principais bandeiras do distrital Rogerio Morro da Cruz. Ele anunciou que irá assumir a causa das mais de 150 mil pessoas que moram no Paranoá e no Itapoã que vivem sem a segurança jurídica de suas moradias.
As festas juninas de 2024, sem a presença dos grupos folclóricos, nos chamados arraiais do governo, será uma festa capenga para quem chegar a São Luís nesta época do ano.
Quem mais exige a expulsão dela é o ex-senador e ex-governador do DF, Cristovam Buarque, vice-presidente nacional da legenda. Ninguém sabe como foi se filiar no antigo Partido Comunista do Brasil, sendo ela da estrema-direita.
O ex-governador, Rollemberg desprezou o convite feito pelo ex-presidente do Instituto Histórico Geográfico do Distrito Federal, Ronaldo Rebello de Britto Poletti. O sujeito que dizia apoiar a cultura, a história e a pesquisa mandou às favas uma das mais importantes instituições do DF.
Durante a inauguração da via, o governador Ibaneis Rocha anunciou que a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) será a próxima via do DF a ganhar pavimento rígido de concreto, ligando o Núcleo Bandeirante até Samambaia
Mais de 120 mil moradores do Paranoá e Itapoã começam a sair da invisibilidade e do silêncio para cobrar da Terracap o cumprimento do compromisso feito pelo governador durante a sua campanha eleitoral de 2018. Todos exige a segurança jurídica de suas moradias.
A expressão "quem olha para o rabo dos outros esquece de olhar o seu próprio" caie como uma luva na ferramenta, bancada com o dinheiro público para fiscalizar o Executivo, desde que fique de olhos fechados para a gastança desenfreada do Legislativo. Isso não pode ser sério.
São muitos os motivos que fazem o presidente Lula continuar com a popularidade em baixa no DF. A primeira delas foi a sequência de ações praticadas pelo seu governo, como as que atribuíram a máxima culpa pelas invasões das sedes dos Três Poderes às forças de segurança do DF.